Rosana Bergone
Rosana Mota da Silva Bergone · nasceu em 1962
Rosana Bergone se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016.
Passou por 6 partidos: PC do B (2004), PSL (2008), PSD (2012), PRTB (2016–2020), MDB (2022), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 62 anos, superior incompleto, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputada estadual · Rio de JaneiroMDB 15222· centro-direitasuplente2.335 votos; 391º mais votada de 1.561 no estado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Rosana Bergone teve 2.335 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 391º lugar entre 1.561 candidatos.
Recebeu votos em 72 cidades. Volta Redonda deu 45,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rosana Bergone declarou R$ 172,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 19 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Rosana Bergone declarou ao TSE R$ 501 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputada estadual: R$ 428 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Volta Redonda (RJ) · PODE · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 19,7 mil89,7%
- PessoasR$ 2.26410,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11,6 mil52,8%
- PessoalR$ 8.47638,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.8598,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, Volta Redonda (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 129 por voto. Quem venceu, Betinho Albertassi, gastou R$ 41,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 897; o mais barato, R$ 41,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Francisco Chaves PLR$ 126 mil · 141 votosR$ 897
- Alcione Do Aço PLR$ 117 mil · 195 votosR$ 600
- Ivo PPR$ 140 mil · 291 votosR$ 481
- Geslia Marques PTR$ 100 mil · 331 votosR$ 302
- Ronie Oliveira PC do BR$ 110 mil · 518 votosR$ 212
- Pastora Edna Rodrigues REPUBLICANOSR$ 126 mil · 888 votosR$ 142
- Conceição Santos PTR$ 99 mil · 769 votosR$ 129
- Walmir Vitor PTR$ 105 mil · 1.082 votosR$ 97,1
- Hermiton Moura PLR$ 133 mil · 2.016 votosR$ 65,9
- Severiano Câmara UNIÃOR$ 140 mil · 2.125 votosR$ 65,8
- Dr Rodrigo Furtado PLR$ 134 mil · 2.364 votosR$ 56,8
- Betinho Albertassi REPUBLICANOSR$ 131 mil · 3.170 votosR$ 41,3
Votos por real
- 2024, vereadora: 15 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2022, deputada estadual: 5,3 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
- 2020, vereadora: 59 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 78 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.