Rosa de Bone
Maria Rosalva Barbosa · nasceu em 1972
Rosa de Bone se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 40 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Rosa de Bone declarou R$ 60,3 mil em bens, em reais de hoje: 9,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 12,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 9,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2012.
- Rosa de BoneR$ 60,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.574
- Mediana dos eleitosR$ 54,8 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rosa de Bone declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Alcantil (PB) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.30096,8%
- Outros candidatosR$ 433,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Alcantil (PB), 2012
Mediana da disputa: R$ 18,2 por voto. Quem venceu, Dal, gastou R$ 4,12 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 4,12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Carlinhos PTBR$ 5,3 mil · 20 votosR$ 263
- Edilson Lima PVR$ 2,3 mil · 46 votosR$ 50,4
- Joao Van MDBR$ 1,9 mil · 75 votosR$ 25,8
- Paulo André CIDADANIAR$ 4 mil · 162 votosR$ 24,7
- Telma De Solano PSBR$ 1,4 mil · 66 votosR$ 21,5
- Caboquinho PPR$ 3,9 mil · 217 votosR$ 18,2
- Léo De Tola PSDBR$ 1,9 mil · 118 votosR$ 16,5
- Cilene PTBR$ 2,2 mil · 185 votosR$ 11,9
- Miltão PVR$ 1,4 mil · 152 votosR$ 9,28
- Noval PTBR$ 1,8 mil · 205 votosR$ 8,66
- Dal PTR$ 1,4 mil · 342 votosR$ 4,12
Votos por real
- 2012, vereadora: 111 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 89 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.