Rosa da Rodoviária
Rosimeire Queiroz · nasceu em 1970
Rosa da Rodoviária se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, até o fundamental, dona de casa, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rosa da Rodoviária declarou R$ 1.436 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 2.143, já descontada a inflação.
Declarou 7% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Rosa da RodoviáriaR$ 1.436
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rosa da Rodoviária declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Comendador Gomes (MG) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Comendador Gomes (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,1 por voto. Quem venceu, Reginaldo Silva, gastou R$ 4,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,5; o mais barato, R$ 4,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabiano Santos Popular Mim PLR$ 1,1 mil · 38 votosR$ 29,5
- Waltim CIDADANIAR$ 1,1 mil · 67 votosR$ 16,5
- Selma Do Ônibus PLR$ 1,2 mil · 88 votosR$ 13,7
- Alex Pedro PLR$ 1,7 mil · 130 votosR$ 13,4
- Professora Lucineia CIDADANIAR$ 825 · 64 votosR$ 12,9
- Fernanda Rufino PPR$ 1,1 mil · 89 votosR$ 12,5
- Aniron CIDADANIAR$ 911 · 90 votosR$ 10,1
- Cueca CIDADANIAR$ 708 · 98 votosR$ 7,22
- Leandro Marcha CIDADANIAR$ 988 · 156 votosR$ 6,33
- Chevette CIDADANIAR$ 876 · 143 votosR$ 6,13
- Sargento Requião PLR$ 865 · 162 votosR$ 5,34
- Reginaldo Silva PLR$ 920 · 195 votosR$ 4,72
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.