Apuração
Deputado estadual · 2018 · DEM

Roque Caminhoneiro

Roque Luis Naumann · nasceu em 1962

Roque Caminhoneiro se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PP2012PP2014PP2016PP2018DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 2 partidos: PP (2008–2016), DEM (2018).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPPDEM200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 56 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    DEM 25666· direita
    suplente2.195 votos; 343º mais votado de 798 no estado
  2. 2016
    Prefeito · Selbach (RS)
    PP 11· direita· na urna, Roque Naumann
    não eleito1.748 votos, 45,7%
  3. 2014
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PP 11555· direita· na urna, Roque Luis Naumann
    suplente3.291 votos; 276º mais votado de 670 no estado
  4. 2012
    Vereador · Selbach (RS)
    PP 11111· direita· na urna, Roque Naumann
    eleito199 votos
  5. 2008
    Vereador · Selbach (RS)
    PP 11111· direita· na urna, Roque
    eleito207 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Roque Caminhoneiro teve 2.195 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 343º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 217 cidades. Selbach deu 22,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 55,5%.

2.195 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.195 votos.
  1. Selbach (RS)483 votos22%
  2. Pelotas (RS)163 votos7,4%
  3. Ibirubá (RS)94 votos4,3%
  4. Espumoso (RS)74 votos3,4%
  5. Rio Grande (RS)60 votos2,7%
  6. Outras 202 cidades976 votos44,5%
As outras 1 eleições para deputado
3.291 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 3.291 votos.
  1. Selbach (RS)1.323 votos40,2%
  2. Ibirubá (RS)224 votos6,8%
  3. Rio Grande (RS)107 votos3,3%
  4. Colorado (RS)97 votos2,9%
  5. Tapera (RS)89 votos2,7%
  6. Outras 207 cidades961 votos29,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Roque Caminhoneiro declarou R$ 487,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 27,2 mil acima da inflação.

Em 2018, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 487,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 300.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Roque CaminhoneiroR$ 487,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 487,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Roque Caminhoneiro declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 23 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · DEM · suplente

De onde veio

R$ 9.047
83% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.047.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Onyx Dornelles Lorenzoni Deputado FederalR$ 7.54083,3%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.50816,7%

Para onde foi

R$ 7.540
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 17,5 por voto. Quem venceu, Luciana Genro, gastou R$ 6,47 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 6,47.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 291 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 139 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 143 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.