Roque Ferreira
Roque Jose Ferreira · nasceu em 1955
Roque Ferreira se candidatou em 9 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2002–2014), PSOL (2016–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 63 anos, superior incompleto, ferroviário, cor preta. A cor declarada mudou: branca em 2014, preta em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado federal · São PauloPSOL 5068· esquerdasuplente1.976 votos; 593º mais votado de 1.483 no estado
- 2016
- 2014Deputado federal · São PauloPT 1328· centro-esquerdasuplente7.087 votos; 266º mais votado de 1.318 no estado
- 2012
- 2010Deputado federal · São PauloPT 1328· centro-esquerdasuplente16.749 votos; 184º mais votado de 1.030 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPT 13260· centro-esquerdasuplente5.463 votos; 483º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
- 2002Deputado federal · São PauloPT 1328· centro-esquerdasuplente14.008 votos; 182º mais votado de 703 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Roque Ferreira teve 1.976 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 593º lugar entre 1.483 candidatos.
Recebeu votos em 94 cidades. Bauru deu 83,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.
As outras 4 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Roque Ferreira declarou R$ 180,4 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 90,9 mil acima da inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2018.
- Roque FerreiraR$ 180,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 91,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 117,8 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- #Nulo#R$ 37,7 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- #Nulo#R$ 15,2 milCasa
- #Nulo#R$ 9.695Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 9 campanhas com contas prestadas, Roque Ferreira declarou ao TSE R$ 389 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 71 mil.
Campanha a campanha
2018 · Deputado federal · São Paulo · PSOL · suplente
De onde veio
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 4.22253,3%
- Próprio bolsoR$ 3.69446,7%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Battaiola Battaiola LtdaR$ 4.22298,2%
- OutrosR$ 561,3%
- EscritórioR$ 200,5%
Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2018
Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Celso Russomanno, gastou R$ 6,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 6,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ricardo Molina REPUBLICANOSR$ 2,9 milhões · 21.312 votosR$ 137
- Gabriel Kanner REPUBLICANOSR$ 3,6 milhões · 27.324 votosR$ 130
- Beto Mansur MDBR$ 3 milhões · 27.613 votosR$ 110
- Edu Avallone REPUBLICANOSR$ 2,4 milhões · 23.558 votosR$ 103
- Marlene Campos Machado PTBR$ 3,2 milhões · 47.684 votosR$ 67,2
- José Aníbal PSDBR$ 3 milhões · 46.751 votosR$ 64,7
- Floriano Pesaro PSDBR$ 2,9 milhões · 49.358 votosR$ 59
- Milton Monti PLR$ 3,1 milhões · 55.125 votosR$ 56,1
- Maria Rosas REPUBLICANOSR$ 3,4 milhões · 71.745 votosR$ 47,9
- Paulo Teixeira PTR$ 3,3 milhões · 78.512 votosR$ 41,7
- Dr. Eleuses Paiva PSDR$ 3,2 milhões · 81.160 votosR$ 39,1
- Luiz Carlos Motta PLR$ 2,8 milhões · 75.218 votosR$ 36,7
- Walter Ihoshi PSDR$ 2,4 milhões · 66.428 votosR$ 36,5
- Luiz Lauro Filho PSBR$ 2,5 milhões · 75.535 votosR$ 33,2
- Vanderlei Macris PSDBR$ 3,3 milhões · 102.708 votosR$ 32,4
- Miguel Lombardi PLR$ 2,9 milhões · 93.093 votosR$ 31,3
- Arlindo Chinaglia PTR$ 2,6 milhões · 87.449 votosR$ 29,8
- Bruna Furlan PSDBR$ 3,7 milhões · 126.847 votosR$ 29,3
- Arnaldo Faria De Sá PPR$ 2,5 milhões · 85.381 votosR$ 28,7
- Paulo Freire Costa PLR$ 3,1 milhões · 109.461 votosR$ 28,6
- Ricardo Izar PPR$ 3,4 milhões · 121.869 votosR$ 28,1
- Arnaldo Jardim CIDADANIAR$ 3,5 milhões · 132.363 votosR$ 26,2
- Carlos Sampaio PSDBR$ 3,2 milhões · 125.666 votosR$ 25,2
- Fausto Pinato PPR$ 2,9 milhões · 118.684 votosR$ 24,3
- Samuel Moreira PSDBR$ 2,5 milhões · 103.215 votosR$ 23,9
- Guilherme Mussi PPR$ 2,7 milhões · 134.301 votosR$ 19,8
- Marcos Pereira REPUBLICANOSR$ 2,7 milhões · 139.165 votosR$ 19,1
- Capitão Augusto PLR$ 3,2 milhões · 242.327 votosR$ 13,2
- Baleia Rossi MDBR$ 2,4 milhões · 214.042 votosR$ 11,3
- Celso Russomanno REPUBLICANOSR$ 3,2 milhões · 521.728 votosR$ 6,08
Votos por real
- 2018, deputado federal: 460 votos por R$ 1.000, 6,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 137 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 103 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.