Rony França
Erick Rony Lima Silva · nasceu em 1985
Rony França se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: MOBILIZA (2008), PDT (2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, superior completo, administrador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rony França declarou R$ 42,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 11,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Rony FrançaR$ 42,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rony França declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Aramari (BA) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Aramari (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,8 por voto. Quem venceu, Arilson Suemar, gastou R$ 4,82 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 4,82.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ulisses PSLR$ 4,4 mil · 30 votosR$ 147
- Eliete De Zé Amálio PTR$ 7 mil · 66 votosR$ 106
- Netinho PSLR$ 14 mil · 261 votosR$ 53,2
- Cal De Valdo PSLR$ 6,8 mil · 226 votosR$ 30,3
- Licinho PSDR$ 4,4 mil · 150 votosR$ 29,5
- Zé De Emiliano PSDR$ 4,9 mil · 182 votosR$ 27,1
- Abreu De Dona Gilda PSDR$ 5,5 mil · 276 votosR$ 19,8
- Aldrin Reis PSLR$ 3,2 mil · 165 votosR$ 19,3
- Pescival PSDR$ 1,7 mil · 125 votosR$ 13,9
- Davi PSDR$ 2,9 mil · 282 votosR$ 10,5
- Ronaldo De Escova PODER$ 3,8 mil · 392 votosR$ 9,79
- Arilson Suemar DEMR$ 2,1 mil · 437 votosR$ 4,82
Votos por real
- 2016, vereador: 146 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 129 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.