Apuração
Vereador · 2020 · AVANTE

Rone de Cimar

Rone Wesley Martins Miranda · nasceu em 1988

Rone de Cimar se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,36← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PRTB2020AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PRTB (2016), AVANTE (2020).

VereadorPartidoPRTBAVANTE201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 32 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Verdelândia (MG)
    AVANTE 70000· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2016
    Vereador · Verdelândia (MG)
    PRTB 28123· direita
    eleito164 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Rone de Cimar declarou R$ 35,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 35,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 25.000 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Rone de CimarR$ 35,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 35,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Rone de Cimar declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,3 mil, 31% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Verdelândia (MG) · AVANTE · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 4.292
31% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.292.
  1. Próprio bolsoR$ 2.31554%
  2. Outros candidatosR$ 1.67639,1%
  3. PartidoR$ 3007%

Para onde foi

R$ 900
O maior gasto foi com material impresso: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 900.
  1. Material impressoR$ 84994,3%
  2. EscritórioR$ 515,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Verdelândia (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 13,1 por voto. Quem venceu, Alex Enfermeiro, gastou R$ 3,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 566; o mais barato, R$ 3,55.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 120 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.