Ronaldo Teixeira
Ronaldo Salles Teixeira · nasceu em 1957
Ronaldo Teixeira se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSC (2004–2008), AGIR (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Ronaldo Teixeira teve 6.340 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 303º lugar entre 952 candidatos.
Recebeu votos em 87 cidades. Bragança Paulista deu 87,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ronaldo Teixeira declarou R$ 50,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 149,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Ronaldo TeixeiraR$ 50,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 50% de uma casaR$ 21,1 milCasa
- 50% de uma casaR$ 16,2 milCasa
- moradiaR$ 10,6 milCasa
- 50% de uma chacaraR$ 2.642Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ronaldo Teixeira declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 58 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bragança Paulista (SP) · AGIR · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 1.40863,2%
- Próprio bolsoR$ 82136,8%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Bragança Paulista (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 34,3 por voto. Quem venceu, Marcos Roberto, gastou R$ 25 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.426; o mais barato, R$ 23,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Do Lava Rapido PLR$ 34 mil · 14 votosR$ 2.426
- Adao Godoi PLR$ 79 mil · 140 votosR$ 566
- Daniel Souza PSDR$ 20 mil · 48 votosR$ 418
- Toscano Junior PSDR$ 17 mil · 111 votosR$ 149
- Eduardo Simões PATRIOTAR$ 27 mil · 526 votosR$ 52
- João Carlos Carvalho PODER$ 21 mil · 478 votosR$ 43,8
- Sidiney Guedes PATRIOTAR$ 18 mil · 520 votosR$ 34,3
- Gi Borboleta DEMR$ 44 mil · 1.384 votosR$ 31,7
- Marco Leitão DEMR$ 24 mil · 801 votosR$ 30
- Juninho Boi PSBR$ 19 mil · 684 votosR$ 28,4
- Marcos Roberto PODER$ 21 mil · 839 votosR$ 25
- Marcus Valle PVR$ 17 mil · 720 votosR$ 23,6
Votos por real
- 2020, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.