Ronaldo Oliveira
Ronaldo Antonio de Oliveira · nasceu em 1959
Ronaldo Oliveira se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PL (2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, até o fundamental, vendedor pracista, representante, caixeiro-viajante e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ronaldo Oliveira declarou R$ 326,6 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 289,3 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Ronaldo OliveiraR$ 326,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ronaldo Oliveira declarou ao TSE R$ 9,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pradópolis (SP) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.00971,8%
- Outros candidatosR$ 79028,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.00135,8%
- PessoalR$ 81029%
- TransporteR$ 64923,3%
- ServiçosR$ 32411,6%
- EscritórioR$ 80,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Pradópolis (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 24,6 por voto. Quem venceu, Thiago Aquino, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,7; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toninho Veronezi PPR$ 10 mil · 106 votosR$ 95,7
- Xandao Da Seguranca REPUBLICANOSR$ 6,7 mil · 74 votosR$ 90,7
- Jean Carlo PATRIOTAR$ 7,9 mil · 110 votosR$ 71,7
- Ricardinho Ramos REPUBLICANOSR$ 20 mil · 331 votosR$ 61
- Wellington Zazá MDBR$ 6,6 mil · 137 votosR$ 48,4
- Ismaelzinho PPR$ 7,4 mil · 264 votosR$ 27,9
- Daniel Souza CIDADANIAR$ 11 mil · 449 votosR$ 24,6
- Professora Clair PTBR$ 7,7 mil · 315 votosR$ 24,3
- Joãozinho Da Papelaria MDBR$ 6,7 mil · 287 votosR$ 23,2
- Marcia Loira PHSR$ 6,8 mil · 328 votosR$ 20,7
- Matheus Campos PHSR$ 8,1 mil · 394 votosR$ 20,6
- Thiago Aquino REPUBLICANOSR$ 7,1 mil · 488 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 101 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 201 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.