Ronaldinho
Ronaldo Feliciano dos Santos · nasceu em 1970
Ronaldinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004), PSOL (2006–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior incompleto, químico, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Espírito SantoPSOL 50333· esquerdanão eleito602 votos; 247º mais votado de 472 no estado
- 2012Prefeito · Pedro Canário (ES)PSOL 50· esquerda· na urna, Ronaldo Felicianonão eleito1.097 votos, 25,3%
- 2008
- 2006Deputado estadual · Espírito SantoPSOL 50333· esquerda· na urna, Ronaldonão eleito795 votos; 192º mais votado de 354 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Ronaldinho teve 602 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 247º lugar entre 472 candidatos.
Recebeu votos em 25 cidades. Pedro Canário deu 70,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ronaldinho declarou R$ 195 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 58,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 43% da mediana dos candidatos a prefeito no Espírito Santo em 2016.
- RonaldinhoR$ 195 mil
- Mediana dos candidatosR$ 450,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 502,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ronaldinho declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 8,6 mil, 56% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Pedro Canário (ES) · PSOL · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Diretorio EstadualR$ 4.85856,3%
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 3.72443,1%
- Próprio bolsoR$ 530,6%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 8589,9%
- PessoalR$ 1621,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pedro Canário (ES), 2016
Ronaldinho: R$ 9,50 por voto (mediana da disputa, R$ 51,6). Quem venceu, Bruno 5 Estrelas, gastou R$ 51,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 9,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ronaldinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dominguinho DEMR$ 394 mil · 3.382 votosR$ 117
- Rogerio Moura PSCR$ 174 mil · 2.678 votosR$ 65,1
- Bruno 5 Estrelas PSDBR$ 224 mil · 4.331 votosR$ 51,6
- Ronaldinho PSOLR$ 8,6 mil · 909 votosR$ 9,50
Votos por real
- 2016, prefeito: 105 votos por R$ 1.000, 6,1 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 602 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 400 votos por R$ 1.000, 82 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 127 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.