Apuração
Vereador · 2020 · PRTB

Ronaldo Cabeleireiro

Renato Agenor dos Santos Silva · nasceu em 1965

Ronaldo Cabeleireiro se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PC do B2012PSD2016DEMOCRATA2020PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 5 partidos: PTB (2004), PC do B (2008), PSD (2012), DEMOCRATA (2016), PRTB (2020).

VereadorPartidoPTBPC do BPSDDEMOCRATAPRTB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, cabeleireiro e barbeiro, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PRTB 28610· direita
    suplente
  2. 2016
    DEMOCRATA 35222· centro-direita
    suplente
  3. 2012
    PSD 55222· direita· na urna, Ronaldo Cabeleleiro
    suplente
  4. 2008
    PC do B 65222· esquerda
    eleito417 votos
  5. 2004
    PTB 14444· centro-direita· na urna, Ronaldo
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Ronaldo Cabeleireiro declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Matriz de Camaragibe (AL) · DEMOCRATA · suplente

De onde veio

R$ 253
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 253
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Matriz de Camaragibe (AL), 2016

Mediana da disputa: R$ 15,7 por voto. Quem venceu, Leunam, gastou R$ 6,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,2; o mais barato, R$ 6,62.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Gordo Do Mirinda PLR$ 4,4 mil · 66 votosR$ 66,2
  • Cicero Da Abelha PPR$ 7,4 mil · 115 votosR$ 64,8
  • Brito Prestanista PSLR$ 8,4 mil · 238 votosR$ 35,4
  • Dunga PPR$ 7,6 mil · 216 votosR$ 35,2
  • Cabeludo PPR$ 3,8 mil · 116 votosR$ 32,4
  • Junior Monange MOBILIZAR$ 10 mil · 446 votosR$ 22,4
  • Paulo Bolevard PSDR$ 13 mil · 799 votosR$ 15,7
  • Dedi Evangelista PSDR$ 12 mil · 871 votosR$ 13,3
  • Havilá PSLR$ 11 mil · 910 votosR$ 11,7
  • Bau Germano PSLR$ 3,7 mil · 411 votosR$ 8,97
  • Mario Galdino PTR$ 3,9 mil · 453 votosR$ 8,53
  • Leunam MOBILIZAR$ 4,7 mil · 709 votosR$ 6,62

Votos por real

  • 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.