Ronaldo Borgue
Ronaldo Donizeti Borgue · nasceu em 1983
Ronaldo Borgue disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Pindorama (SP)), pelo PSB: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ronaldo Borgue declarou R$ 180,3 mil em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Ronaldo BorgueR$ 180,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Ronaldo Borgue declarou ao TSE R$ 1,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Pindorama (SP) · PSB · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 88173,1%
- Próprio bolsoR$ 32426,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 55746,2%
- ServiçosR$ 32426,9%
- EscritórioR$ 32426,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Pindorama (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,4 por voto. Quem venceu, Nene Vidal, gastou R$ 7,80 por voto. O voto mais caro custou R$ 81; o mais barato, R$ 7,80.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Carlos Groselha PVR$ 4,2 mil · 52 votosR$ 81
- Maria Antonia Tunda MDBR$ 9,7 mil · 121 votosR$ 80,5
- Cesar Betteri Contador PC do BR$ 14 mil · 181 votosR$ 79,6
- Ricardo Piu Piu SOLIDARIEDADER$ 3,3 mil · 49 votosR$ 67,7
- Fátima Ranzani PTBR$ 8,5 mil · 246 votosR$ 34,7
- João Pedro Comelli MDBR$ 3,4 mil · 147 votosR$ 23,4
- Dito Garcia MDBR$ 3,7 mil · 211 votosR$ 17,4
- Nelson Do Motel PC do BR$ 4,2 mil · 264 votosR$ 15,9
- Rogerio Rios PVR$ 4,8 mil · 383 votosR$ 12,4
- Marquinhos PODER$ 2,2 mil · 184 votosR$ 12,2
- Poletto REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 297 votosR$ 11,7
- Nene Vidal REPUBLICANOSR$ 4,3 mil · 552 votosR$ 7,80
Votos por real
- 2016, vereador: 155 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.