Ronaldo Alves
Ronaldo Alves Pereira · nasceu em 1969
Ronaldo Alves se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), PSC (2008–2016), DC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ronaldo Alves declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 81 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,3 mi acima da inflação.
Declarou 81 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Ronaldo AlvesR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- CasaR$ 574,6 milOutros bens imóveis
- CasaR$ 430,9 milOutros bens imóveis
- CasaR$ 359,1 milOutros bens imóveis
- Aplicação FinanceiraR$ 287,3 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- CarroR$ 87,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ronaldo Alves declarou ao TSE R$ 539 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 261 mil, 0,6% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Uberlândia (MG) · DC · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- PessoasR$ 30,7 mil65,3%
- Próprio bolsoR$ 15,4 mil32,8%
- Fundo eleitoralR$ 7081,5%
- PartidoR$ 1980,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 21,1 mil47,4%
- PessoalR$ 11,6 mil26,1%
- TransporteR$ 5.18411,6%
- OutrosR$ 4.72710,6%
- InternetR$ 1.9114,3%
- EscritórioR$ 20< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Uberlândia (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 50,7 por voto. Quem venceu, Carrijo, gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 296; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Livia Flavia MDBR$ 85 mil · 287 votosR$ 296
- Odair Jose AVANTER$ 375 mil · 1.354 votosR$ 277
- Cefas Janones PROSR$ 156 mil · 614 votosR$ 254
- Rodrigo Nicolau AVANTER$ 74 mil · 805 votosR$ 92,5
- Pacheco PLR$ 128 mil · 1.499 votosR$ 85,3
- Antônio Naves PSDBR$ 72 mil · 896 votosR$ 80,5
- Raphael Leles DEMR$ 118 mil · 2.329 votosR$ 50,7
- Antônio Augusto Queijinho CIDADANIAR$ 73 mil · 1.770 votosR$ 41
- Guilherme Do Econômico PPR$ 72 mil · 1.878 votosR$ 38,2
- Ronaldo Tannus PLR$ 106 mil · 2.914 votosR$ 36,5
- Abatenio PPR$ 76 mil · 2.133 votosR$ 35,6
- Carrijo PSDBR$ 116 mil · 4.483 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2020, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 7,2 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.