Apuração
Prefeito · 2020 · PP

Romeiro Mendonça

Romeiro José Costeira de Mendonça · nasceu em 1959

Romeiro Mendonça se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2006CIDADANIA2008CIDADANIA2012PSD2016PDT2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.

Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2004–2008), PSD (2012), PDT (2016), PP (2020).

Dep. estadualPrefeitoPartidoCIDADANIAPSDPDTPP’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, ensino médio, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PP 11· direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2016
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Romeiro
    eleito8.619 votos, 49,2%
  3. 2012
    PSD 55· direita
    não eleito5.668 votos, 37,4%
  4. 2008
    CIDADANIA 23· centro
    não eleito3.307 votos, 31,9%
  5. 2006
    Deputado estadual · Amazonas
    CIDADANIA 23174· centro· na urna, Romeiro
    suplente4.769 votos; 74º mais votado de 389 no estado
  6. 2004
    CIDADANIA 23· centro· na urna, Romeiro
    não eleito3.895 votos, 38,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Romeiro Mendonça teve 4.769 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 74º lugar entre 389 candidatos.

Recebeu votos em 32 cidades. Presidente Figueiredo deu 41,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.

4.769 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.769 votos.
  1. Presidente Figueiredo (AM)1.973 votos41,4%
  2. Manaus (AM)1.307 votos27,4%
  3. Parintins (AM)815 votos17,1%
  4. Itacoatiara (AM)165 votos3,5%
  5. Rio Preto da Eva (AM)129 votos2,7%
  6. Outras 17 cidades65 votos1,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Romeiro Mendonça declarou R$ 151 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 85,5 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 151 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 56.000 na declaração)

Declarou 39% da mediana dos candidatos a prefeito no Amazonas em 2008.

  • Romeiro MendonçaR$ 151 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 390,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 436,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 151 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Romeiro Mendonça declarou ao TSE R$ 2,9 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,3 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Presidente Figueiredo (AM) · PP · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 312,1 mil
0% veio de fundos públicos; 36 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 312,1 mil.
  1. Pessoas36 pessoas, não nomeadasR$ 309,2 mil99,1%
  2. OutrosR$ 2.8300,9%

Para onde foi

R$ 308,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 308,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal101 pessoas, não nomeadasR$ 148,6 mil48,2%
  2. Material impressoTudo de Fm Industria Grafica E Locacao De Maquinas E Equipamentos LtdaR$ 35,9 mil11,6%
  3. EscritórioR$ 1.1210,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Presidente Figueiredo (AM), 2020

Mediana da disputa: R$ 60,3 por voto. Quem venceu, Patricia Lopes, gastou R$ 86,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.080; o mais barato, R$ 22.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 4,2 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 8 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 77 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.