Apuração
Vereador · 2016 · PT

Romário

Romário da Paixão Januario · nasceu em 1964

Romário se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PSB2012PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2004), PSB (2008), PT (2012–2016).

VereadorPartidoPTPSBPT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Tombos (MG)
    PT 13644· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Tombos (MG)
    PT 13644· centro-esquerda· na urna, Romário da Pedra Bonita
    suplente197 votos
  3. 2008
    Vereador · Tombos (MG)
    PSB 40644· centro-esquerda· na urna, Romario da Pedra Bonita
    não eleito134 votos
  4. 2004
    Vereador · Tombos (MG)
    PT 13644· centro-esquerda
    suplente149 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Romário declarou R$ 52 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 39,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 52 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 32.000 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • RomárioR$ 52 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 52 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Romário declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 845.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Tombos (MG) · PT · suplente

De onde veio

R$ 483
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 483.
  1. Próprio bolsoR$ 38980,5%
  2. PartidoR$ 9419,5%

Para onde foi

R$ 483
O maior gasto foi com material impresso: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 483.
  1. Material impressoR$ 32166,4%
  2. TransporteR$ 16233,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Tombos (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 32,1 por voto. Quem venceu, Jorcelino Contador, gastou R$ 13,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 115; o mais barato, R$ 13,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 197 votos por R$ 1.000, 7 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 134 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.