Rogerio Uber
Rogerio Antonio Goncalves · nasceu em 1967
Rogerio Uber se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Passou por 4 partidos: PST (2002), PHS (2008), PSD (2016), PODE (2018–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior incompleto, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Minas GeraisPODE 1910· direita· na urna, Rogério Gonçalvessuplente337 votos; 669º mais votado de 825 no estado
- 2016
- 2008
- 2002Deputado federal · Minas GeraisPST 1888· centro-direita· na urna, Rogério Antônio Gonçalvessuplente1.857 votos; 236º mais votado de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Rogerio Uber teve 337 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 669º lugar entre 825 candidatos.
Recebeu votos em 84 cidades. Itajubá deu 25,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 71,8%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Rogerio Uber declarou R$ 30,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 100,3 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2018.
- Rogerio UberR$ 30,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 152,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Rogerio Uber declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Itajubá (MG) · PODE · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Itajubá (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 27,2 por voto. Quem venceu, Tenente Melo, gastou R$ 11,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,4; o mais barato, R$ 11,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pastor Lucas Ramos PSDR$ 8,3 mil · 84 votosR$ 98,4
- Paulo Camanducaia PSLR$ 9,8 mil · 130 votosR$ 75,3
- Glaycon Pereira PSDR$ 8,1 mil · 130 votosR$ 62
- Rogerio Silvestre PSDR$ 15 mil · 284 votosR$ 51,2
- Jovane Rodrigues PSDR$ 8,1 mil · 175 votosR$ 46,3
- Dr. Toshiyuki Japa DEMR$ 10 mil · 245 votosR$ 42
- Rodrigo Do Semear PSDR$ 8 mil · 294 votosR$ 27,2
- Luizão PTR$ 11 mil · 486 votosR$ 22,6
- Marcelo Krauss PPR$ 17 mil · 894 votosR$ 19,2
- Vladimir Bananeiro MDBR$ 7,9 mil · 494 votosR$ 16,1
- Markinhu Meireles PSDR$ 12 mil · 781 votosR$ 14,8
- Tenente Melo REPUBLICANOSR$ 8,8 mil · 757 votosR$ 11,6
Votos por real
- 2016, vereador: 6 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 9,8 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.