Apuração
Deputado estadual · 2010 · PSDB

Rogerio Sele

Rogerio Sele da Silva · nasceu em 1961

Rogerio Sele se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2010PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSDB.

Dep. estadualVereadorPartidoPSDB2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 48 anos, superior completo, servidor público federal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSDB 45945· centro-direita
    suplente13.349 votos; 135º mais votado de 545 no estado
  2. 2004
    Vereador · Cachoeirinha (RS)
    PSDB 45567· centro-direita
    suplente1.161 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Rogerio Sele teve 13.349 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 135º lugar entre 545 candidatos.

Recebeu votos em 186 cidades. Porto Alegre deu 23,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 74,4%.

13.349 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 13.349 votos.
  1. Porto Alegre (RS)3.128 votos23,4%
  2. Cachoeirinha (RS)2.101 votos15,7%
  3. Gravataí (RS)728 votos5,5%
  4. Viamão (RS)718 votos5,4%
  5. Caxias do Sul (RS)602 votos4,5%
  6. Outras 171 cidades3.411 votos25,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Rogerio Sele declarou R$ 2,3 mi em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 2,3 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 927.484 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2010.

  • Rogerio SeleR$ 2,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 185,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 14 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Rua nildo delfino 161R$ 667,6 mil
    Casa
  2. Banco do brasil renda fixa lp 200R$ 494,5 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. Na casa da avenida panamericana 50R$ 247,3 mil
    Benfeitorias
  4. Terreno lote 29R$ 247,3 mil
    Benfeitorias
  5. Kia sportageR$ 178 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Na casa do rua nildo delfino 161R$ 148,4 mil
    Benfeitorias
  7. Banco do brasil di estiloR$ 109,5 mil
    Fundo de Investimento Imobiliário
  8. Fox, 2009/2010R$ 92,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. Banco do brasil ag 4848-8R$ 52,5 mil
    Conta corrente no país
  10. BanrisulR$ 19,7 mil
    Conta corrente no país
  11. Moto titan 150R$ 14 mil
    Consórcio não contemplado
  12. Titan 150R$ 10,5 mil
    Consórcio não contemplado
  13. Banco do brasil ouro cap estilo premioR$ 8.266
    Fundo de Investimento Imobiliário
  14. Ourocap banco do brasilR$ 3.190
    Fundo de Investimento Imobiliário

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Rogerio Sele declarou ao TSE R$ 322 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 296 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 295,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 147 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 295,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 126,5 mil42,8%
  2. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 16,2 mil5,5%
  3. Outros candidatosR$ 2.0770,7%

Para onde foi

R$ 295,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 295,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 11,2 mil3,8%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 4.3981,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2010

Mediana da disputa: R$ 26,6 por voto. Quem venceu, Silvana Covatti, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,7; o mais barato, R$ 10,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 45 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.