Rogerio Sandim
Toni Rogerio Rodrigues Sandim · nasceu em 1975
Rogerio Sandim se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2006), AGIR (2012), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2006Deputado estadual · GoiásMDB 15340· centro· na urna, Rogério Sandimsuplente3.409 votos; 177º mais votado de 473 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Rogerio Sandim teve 3.409 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 177º lugar entre 473 candidatos.
Recebeu votos em 51 cidades. Acreúna deu 83,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rogerio Sandim declarou R$ 346,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 139,9 mil acima da inflação.
Declarou 51% da mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2016.
- Rogerio SandimR$ 346,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 682,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 870,6 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rogerio Sandim declarou ao TSE R$ 1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1 milhão.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Acreúna (GO) · PROS · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Acreúna (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 96,8 por voto. Quem venceu, Edmar Neto, gastou R$ 96,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 305; o mais barato, R$ 82,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Professora Clarice PVR$ 451 mil · 1.477 votosR$ 305
- Antônio De Pádua REPUBLICANOSR$ 150 mil · 1.218 votosR$ 124
- Edmar Neto PSDBR$ 557 mil · 5.753 votosR$ 96,8
- Pankão PPR$ 361 mil · 4.367 votosR$ 82,6
Votos por real
- 2012, prefeito: 7,7 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.