Rogério Gonçalves
Rogerio Gonçalves de Souza · nasceu em 1985
Rogério Gonçalves se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 31 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rogério Gonçalves declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 6.416, já descontada a inflação.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Rogério GonçalvesR$ 81,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rogério Gonçalves declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Vitória Brasil (SP) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.45796,6%
- Outros candidatosR$ 523,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.45796,6%
- Material impressoR$ 523,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Vitória Brasil (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 53,6 por voto. Quem venceu, Tatu, gastou R$ 28 por voto. O voto mais caro custou R$ 492; o mais barato, R$ 28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosa PTBR$ 4,4 mil · 9 votosR$ 492
- Elisete PSDBR$ 3,5 mil · 25 votosR$ 138
- Nana PSDBR$ 2,9 mil · 35 votosR$ 81,5
- José Maria PTBR$ 7,7 mil · 102 votosR$ 75,5
- Sérgio Cabeleireiro PTBR$ 5,2 mil · 72 votosR$ 72,6
- Fernando DEMR$ 3 mil · 44 votosR$ 67,8
- Jeriel Gobati PTBR$ 4,5 mil · 84 votosR$ 53,6
- Leonel Amaral PSDBR$ 3,9 mil · 75 votosR$ 52,1
- Joaquim Moura PSDBR$ 3,8 mil · 76 votosR$ 49,6
- Marangão PSDBR$ 3,1 mil · 71 votosR$ 43
- José Carlos MDBR$ 2,9 mil · 94 votosR$ 31
- Tatu PSDBR$ 2,8 mil · 100 votosR$ 28
Votos por real
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.