Rogerio Ferrer
Rogerio Ribeiro Ferrer · nasceu em 1972
Rogerio Ferrer se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PV (2004), PL (2012), PTB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rogerio Ferrer declarou R$ 286,8 mil em bens, em reais de hoje: 9,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 232 mil acima da inflação.
Declarou 9,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Rogerio FerrerR$ 286,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 9 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma casa residencial na rua coronel batista pintoR$ 170,6 milCasa
- Um veiculo chevrolet onix 1.0 ano/mod 2013/2013R$ 56,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Junto ao sicoobR$ 24,7 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Um lote situado no loteamento bela vista com 205 M2 em…R$ 24,4 milTerreno
- Junto ao sicoobR$ 6.148Conta corrente no país
- Junto a caixa economica federalR$ 1.768Caderneta de poupança
- Junto ao banco sicoobR$ 892Quotas ou quinhões de capital
- Junto ao banco do brasilR$ 749Caderneta de poupança
- Junto ao banco do brasilR$ 749Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rogerio Ferrer declarou ao TSE R$ 1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 793.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cristina (MG) · PTB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Outros candidatosR$ 55169,4%
- Próprio bolsoR$ 24330,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 56771,4%
- ServiçosR$ 22728,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Cristina (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 8,41 por voto. Quem venceu, Carlos Jose, gastou R$ 5,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,9; o mais barato, R$ 5,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Raimundo Guedes DEMR$ 1,1 mil · 13 votosR$ 85,9
- Luciana Do Salvador PSDR$ 2,1 mil · 45 votosR$ 46,9
- Lena PSDR$ 1,9 mil · 62 votosR$ 29,9
- Kelly Capoeira PLR$ 939 · 61 votosR$ 15,4
- Elcio Barbosa DEMR$ 4,3 mil · 282 votosR$ 15,4
- Edinho PSDR$ 2,7 mil · 184 votosR$ 14,8
- Nhanhaco PTBR$ 2,2 mil · 259 votosR$ 8,41
- Miguel Da Barra Grande DEMR$ 936 · 114 votosR$ 8,21
- Neto PSDR$ 1,6 mil · 220 votosR$ 7,20
- Zuco (Fernando) PLR$ 907 · 145 votosR$ 6,25
- Carlos Jose PLR$ 923 · 163 votosR$ 5,66
- Luiz Preto PHSR$ 1,1 mil · 192 votosR$ 5,57
Votos por real
- 2012, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.