Rogério de Almeida
nasceu em 1971
Rogério de Almeida se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rogério de Almeida declarou R$ 12,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 88,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 42% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Rogério de AlmeidaR$ 12,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rogério de Almeida declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 901.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santa Rita de Jacutinga (MG) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 39373%
- PessoasR$ 14627%
Para onde foi
- Material impressoR$ 37469,8%
- ServiçosR$ 14627,2%
- EscritórioR$ 163%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rita de Jacutinga (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 18,3 por voto. Quem venceu, Paula Neta Do Miguel Osório, gastou R$ 7,69 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,5; o mais barato, R$ 7,69.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Heleni Martins MDBR$ 1,2 mil · 17 votosR$ 69,5
- Elaine Do Afranio PSDBR$ 2,5 mil · 77 votosR$ 32
- Cassiano Da Lan House MDBR$ 1,2 mil · 38 votosR$ 30,9
- Gilberto Vô Dilon DEMR$ 1,7 mil · 54 votosR$ 30,9
- Yury Freitas PSCR$ 1,6 mil · 56 votosR$ 28,5
- Jaci Da Vab PSDR$ 1,9 mil · 81 votosR$ 23,4
- Marquinho Januario PSCR$ 2,1 mil · 116 votosR$ 18,3
- Sheila MDBR$ 1,7 mil · 99 votosR$ 17,4
- Fernando Do Tevaldi MDBR$ 1,7 mil · 144 votosR$ 11,9
- Vanessa Do Taxi MDBR$ 1,2 mil · 99 votosR$ 11,9
- Magrelão MDBR$ 1,1 mil · 95 votosR$ 11,6
- Paula Neta Do Miguel Osório DEMR$ 1,1 mil · 147 votosR$ 7,69
Votos por real
- 2016, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 205 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.