Apuração
Vereador · 2020 · PP

Rogério da Pastelaria

Rogerio de Lima · nasceu em 1949

Rogério da Pastelaria se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,65← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP2012PP2016PP2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PP.

VereadorPartidoPP’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PP 11999· direita
    não eleito
  2. 2016
    PP 11999· direita· na urna, Rogerio da Pastelaria
    suplente203 votos
  3. 2012
    PP 11999· direita· na urna, Rogerio de Lima
    suplente279 votos
  4. 2008
    PP 11999· direita· na urna, Rogerio
    suplente302 votos
  5. 2004
    PP 11999· direita· na urna, Rogério
    eleito488 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Rogério da Pastelaria declarou R$ 71,8 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 71,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 50.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.

  • Rogério da PastelariaR$ 71,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 71,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Rogério da Pastelaria declarou ao TSE R$ 117 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 46 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Balneário Piçarras (SC) · PP · não eleito

De onde veio

R$ 5.239
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.239.
  1. Próprio bolsoR$ 4.20080,2%
  2. Outros candidatosR$ 1.03919,8%

Para onde foi

R$ 3.685
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.685.
  1. Material impressoR$ 3.66599,5%
  2. EscritórioR$ 200,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Balneário Piçarras (SC), 2020

Mediana da disputa: R$ 28,7 por voto. Quem venceu, João Bento, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 122; o mais barato, R$ 8,35.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Dona Rosangela Frigeri REPUBLICANOSR$ 7 mil · 58 votosR$ 122
  • Pastora Cris REPUBLICANOSR$ 7,1 mil · 111 votosR$ 63,9
  • Dalva PPR$ 17 mil · 288 votosR$ 59,9
  • Eva MDBR$ 3,8 mil · 66 votosR$ 57,9
  • Elier PSDBR$ 4,6 mil · 132 votosR$ 35,1
  • Domingos Minga MDBR$ 5,6 mil · 195 votosR$ 28,7
  • Albano MDBR$ 7,4 mil · 335 votosR$ 22
  • Dorval Vieira MDBR$ 4,9 mil · 237 votosR$ 20,5
  • João Bento PSDBR$ 7,7 mil · 383 votosR$ 20,1
  • Anderson Do Banco MDBR$ 4,4 mil · 224 votosR$ 19,6
  • Maurício Köche PSDBR$ 3 mil · 361 votosR$ 8,35

Votos por real

  • 2016, vereador: 8,3 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.