Rogério Campos
nasceu em 1978
Rogério Campos se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PSC (2012–2016), PSD (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, superior incompleto, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Rogério Campos declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 41 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 121 mil acima da inflação.
Declarou 41 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- Rogério CamposR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- sobradoR$ 441,9 milCasa
- sobrado2R$ 441,9 milCasa
- CasaR$ 220,9 milCasa
- TerrenoR$ 165,7 milTerreno
- Chevrolet onixR$ 93,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- VW kombiR$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Rogério Campos declarou ao TSE R$ 320 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 180 mil, 91% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Curitiba (PR) · PP · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Parana - Pr - EstadualR$ 164,1 mil90,9%
- Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 14,7 mil8,1%
- Próprio bolsoR$ 1.7501%
Para onde foi
- Pessoal36 pessoas, não nomeadasR$ 51,8 mil33,1%
- ServiçosR$ 4.3272,8%
- TransporteR$ 3.4502,2%
- EventosR$ 1.8171,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.0940,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Curitiba (PR), 2024
Mediana da disputa: R$ 69,5 por voto. Quem venceu, Marcelo Fachinello, gastou R$ 32,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 32,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Thadeu Vermelho PPR$ 448 mil · 2.899 votosR$ 155
- Aline Betenheuser PPR$ 359 mil · 3.119 votosR$ 115
- Gerolane PTR$ 413 mil · 3.949 votosR$ 104
- Rafaela Lupion PSDR$ 710 mil · 7.259 votosR$ 97,8
- Carlise Kwiatkowski PLR$ 560 mil · 6.384 votosR$ 87,7
- Andressa Bianchessi UNIÃOR$ 736 mil · 10.443 votosR$ 70,5
- Amália Tortato NOVOR$ 431 mil · 6.206 votosR$ 69,5
- Indiara Barbosa NOVOR$ 455 mil · 9.106 votosR$ 50
- Pier PPR$ 409 mil · 8.218 votosR$ 49,8
- Angelo Vanhoni PTR$ 431 mil · 9.176 votosR$ 47
- Alexandre Leprevost UNIÃOR$ 374 mil · 8.655 votosR$ 43,2
- Marcelo Fachinello PODER$ 349 mil · 10.812 votosR$ 32,2
Votos por real
- 2024, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 199 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.