Rogerinho do Ônibus
Rogerio Bilhalva Duarte · nasceu em 1971
Rogerinho do Ônibus se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2012 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2012), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2012Vereador · Camaquã (RS)PP 11111· direita· na urna, Rogerio Duartevotos anulados pela Justiça Eleitoral
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Rogerinho do Ônibus declarou R$ 441,3 mil em bens, em reais de hoje: 6,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 91,3 mil acima da inflação.
Declarou 6,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Rogerinho do ÔnibusR$ 441,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- AlvenariaR$ 209,9 milCasa
- CamioneteR$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- ArambaréR$ 70,1 milCasa
- AlvenariaR$ 67,4 milCasa
- Sem edificaçãoR$ 22,1 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Rogerinho do Ônibus declarou ao TSE R$ 56 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 25 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Camaquã (RS) · UNIÃO · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.65675,4%
- Fundo eleitoralR$ 1.60415,8%
- Próprio bolsoR$ 8958,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.27971,7%
- PessoalR$ 2.19821,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5475,4%
- ServiçosR$ 1311,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Camaquã (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 24,8 por voto. Quem venceu, Vinícios Araújo, gastou R$ 9,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 317; o mais barato, R$ 9,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Patricia Paim PLR$ 13 mil · 42 votosR$ 317
- Janaina Do Marcelinho PPR$ 16 mil · 155 votosR$ 105
- Clayton Dworzecki MDBR$ 22 mil · 400 votosR$ 55,2
- Marivone Ramos PTR$ 25 mil · 667 votosR$ 37
- Michelzinho Da Getulio PPR$ 13 mil · 348 votosR$ 36,3
- Prof Claiton PDTR$ 31 mil · 1.000 votosR$ 30,8
- Vitor Azambuja PPR$ 34 mil · 1.362 votosR$ 24,8
- Joao Pedro Grill PSBR$ 23 mil · 917 votosR$ 24,7
- Eva Rosi UNIÃOR$ 13 mil · 577 votosR$ 23,3
- Gabryell Do Mano Martins CIDADANIAR$ 24 mil · 1.052 votosR$ 22,9
- Ronaldinho Renocar PPR$ 13 mil · 998 votosR$ 13,4
- Vinícios Araújo MDBR$ 12 mil · 1.275 votosR$ 9,02
Votos por real
- 2024, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 194 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 993 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.