Rodrigo S Gonzales
Rodrigo Scardelato Gonzales · nasceu em 1981
Rodrigo S Gonzales se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PV (2016–2018), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior completo, publicitário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · São PauloPV 4370· centro· na urna, Rodrigo Scardelatosuplente1.629 votos; 673º mais votado de 1.483 no estado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Rodrigo S Gonzales teve 1.629 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 673º lugar entre 1.483 candidatos.
Recebeu votos em 133 cidades. Pirangi deu 41,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rodrigo S Gonzales declarou R$ 143,6 mil em bens, em reais de hoje: 8,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2018 e 2020, o total caiu R$ 11,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Rodrigo S GonzalesR$ 143,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rodrigo S Gonzales declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 18 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Paulo (SP) · PL · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 14,2 mil78,1%
- Fundo partidárioR$ 3.96321,9%
Para onde foi
- InternetR$ 8.49160%
- Material impressoR$ 5.65139,9%
- EscritórioR$ 100,1%
Quanto custou cada voto: vereador, São Paulo (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 35,5 por voto. Quem venceu, Roberto Tripoli, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 437; o mais barato, R$ 19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Abou Anni Filho PSLR$ 3,3 milhões · 7.537 votosR$ 437
- Henrique Krigner PPR$ 1,3 milhão · 16.670 votosR$ 77,9
- Police Neto PSDR$ 1,4 milhão · 21.608 votosR$ 65,7
- Edir Sales PSDR$ 1,2 milhão · 23.106 votosR$ 52,3
- Rodrigo Goulart PSDR$ 1,6 milhão · 31.472 votosR$ 52
- Janaína Lima NOVOR$ 1,3 milhão · 30.931 votosR$ 43,2
- Dra Sandra Tadeu DEMR$ 1 milhão · 28.464 votosR$ 35,5
- Eduardo Tuma PSDBR$ 1,3 milhão · 40.270 votosR$ 32,8
- Donato PTR$ 997 mil · 31.920 votosR$ 31,2
- Tripoli PSDBR$ 904 mil · 30.495 votosR$ 29,7
- Milton Leite DEMR$ 3,5 milhões · 132.716 votosR$ 26,7
- Roberto Tripoli PVR$ 877 mil · 46.219 votosR$ 19
Votos por real
- 2020, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 165 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 205 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.