Apuração
Vereador · 2024 · PC do B

Rodrigo Romão

Rodrigo Firmino Romão · nasceu em 1982

Rodrigo Romão se candidatou em 6 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,63← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PC do B2016PC do B2018PC do B2020PC do B2022PC do B2024PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.

Sempre pelo PC do B.

Dep. estadualVereadorPartidoPC do B2012201420162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 42 anos, superior completo, enfermeiro, cor preta. A cor declarada mudou: branca em 2016, preta em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PC do B 65333· esquerda
    eleito1.987 votos
  2. 2022
    Deputado estadual · São Paulo
    PC do B 65333· esquerda
    suplente2.820 votos; 633º mais votado de 1.924 no estado
  3. 2020
    PC do B 65333· esquerda
    não eleito1.253 votos
  4. 2018
    Deputado estadual · São Paulo
    PC do B 65333· esquerda
    suplente2.532 votos; 656º mais votado de 1.959 no estado
  5. 2016
    PC do B 65333· esquerda
    suplente
  6. 2012
    PC do B 65333· esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Rodrigo Romão teve 2.820 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 633º lugar entre 1.924 candidatos.

Recebeu votos em 56 cidades. Mogi das Cruzes deu 77,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.

2.820 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 2.820 votos.
  1. Mogi das Cruzes (SP)2.176 votos77,2%
  2. Suzano (SP)179 votos6,3%
  3. São Paulo (SP)175 votos6,2%
  4. Poá (SP)43 votos1,5%
  5. Itaquaquecetuba (SP)29 votos1%
  6. Outras 41 cidades86 votos3%
As outras 1 eleições para deputado
2.532 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 2.532 votos.
  1. Mogi das Cruzes (SP)1.904 votos75,2%
  2. Suzano (SP)189 votos7,5%
  3. São Paulo (SP)147 votos5,8%
  4. Poá (SP)44 votos1,7%
  5. Ferraz de Vasconcelos (SP)38 votos1,5%
  6. Outras 49 cidades86 votos3,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Rodrigo Romão declarou R$ 716,9 mil em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 624,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 716,9 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 649.000 na declaração)

Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.

  • Rodrigo RomãoR$ 716,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 716,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Romão declarou ao TSE R$ 505 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 204 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Mogi das Cruzes (SP) · PC do B · eleito

De onde veio

R$ 131,9 mil
89% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 131,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 13,1 mil10%
  2. Próprio bolsoR$ 1.3341%

Para onde foi

R$ 106,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 106,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal30 pessoas, não nomeadasR$ 49,3 mil46,1%
  2. Rádio, TV e vídeo3 pessoas, não nomeadasR$ 10,7 mil10%
  3. InternetR$ 6.7156,3%
  4. TransporteR$ 5.8335,5%
  5. OutrosR$ 3.2813,1%
  6. EscritórioR$ 13< 0,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Mogi das Cruzes (SP), 2024

Mediana da disputa: R$ 90,2 por voto. Quem venceu, Malu Fernandes, gastou R$ 53,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 299; o mais barato, R$ 53,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2022, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 46 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.