Apuração
Deputado estadual · 2022 · PSD

Rodrigo Ramos

Rodrigo Ramos Victor · nasceu em 1982

Rodrigo Ramos se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2022, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSL2012MOBILIZA2014SOLIDARIEDADE2016PDT2020PSD2022PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2014 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 5 partidos: PSL (2008), MOBILIZA (2012), SOLIDARIEDADE (2014), PDT (2016), PSD (2020–2022).

Dep. estadualVereadorPartidoPSLMOBILIZASOLIDARIEDADEPDTPSD20082010201220142016201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna ou votos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 39 anos, superior completo, advogado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Paraíba
    PSD 55888· centro-direita
    suplente3.446 votos; 89º mais votado de 398 no estado
  2. 2020
    PSD 55444· direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2016
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito3.888 votos
  4. 2014
    Deputado estadual · Paraíba
    SOLIDARIEDADE 77111· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 331º mais votado de 333 no estado
  5. 2012
    MOBILIZA 33888· centro-direita
    eleito2.366 votos
  6. 2008
    PSL 17111· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Rodrigo Ramos teve 3.446 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 89º lugar entre 398 candidatos.

Recebeu votos em 68 cidades. Campina Grande deu 79,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,4%.

3.446 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 3.446 votos.
  1. Campina Grande (PB)2.732 votos79,3%
  2. João Pessoa (PB)125 votos3,6%
  3. Belém (PB)72 votos2,1%
  4. Bananeiras (PB)54 votos1,6%
  5. Massaranduba (PB)53 votos1,5%
  6. Outras 53 cidades158 votos4,6%
As outras 1 eleições para deputado
0 votos
votos para deputado estadual em 2014

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Rodrigo Ramos declarou R$ 101,8 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.

Em 2022, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 101,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 62.651 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.

  • Rodrigo RamosR$ 101,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 8.123
  • Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 101,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Ramos declarou ao TSE R$ 196 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 119 mil, 91% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Paraíba · PSD · suplente

De onde veio

R$ 118,9 mil
91% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 118,9 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Social Democratico - Paraiba - Pb - EstadualR$ 108,1 mil90,9%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 10,8 mil9,1%

Para onde foi

R$ 116 mil
O maior gasto foi com serviços: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 116 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços8 pessoas, não nomeadasR$ 74 mil63,8%
  2. TransporteR$ 3.4773%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.4411,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraíba, 2022

Mediana da disputa: R$ 21,4 por voto. Quem venceu, Eduardo Carneiro, gastou R$ 9,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 881; o mais barato, R$ 9,41.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 30 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 161 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.