Apuração
Deputado estadual · 2022 · DEMOCRATA

Rodrigo Leite

Sergio Rodrigo Martines Leite · nasceu em 1981

Rodrigo Leite disputou uma eleição, em 2022, para deputado estadual (Paraná), pelo DEMOCRATA: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEMOCRATA+0,46← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoDEMOCRATA2022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 41 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Paraná
    DEMOCRATA 35100· direita
    não eleito4.179 votos; 181º mais votado de 860 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Rodrigo Leite teve 4.179 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 181º lugar entre 860 candidatos.

Recebeu votos em 134 cidades. Maringá deu 23,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,3%.

4.179 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 4.179 votos.
  1. Maringá (PR)981 votos23,5%
  2. Itaúna do Sul (PR)559 votos13,4%
  3. Ponta Grossa (PR)212 votos5,1%
  4. Marialva (PR)194 votos4,6%
  5. Cianorte (PR)188 votos4,5%
  6. Outras 119 cidades990 votos23,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Rodrigo Leite declarou R$ 12 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 12 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 10.000 na declaração)

Declarou 15% da mediana dos candidatos a deputado estadual no Paraná em 2022.

  • Rodrigo LeiteR$ 12 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 80,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 12 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2022, Rodrigo Leite declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, em reais de hoje.

2022 · Deputado estadual · Paraná · DEMOCRATA · não eleito

De onde veio

R$ 21 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 21 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21 mil.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Carlos Eduardo De Oliveira 05934895940R$ 9.60845,7%
  2. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 4.19019,9%
  3. Material impressoTudo de Carlos Eduardo De Oliveira 05934895940R$ 3.60317,1%
  4. ServiçosTudo de Good Marketing Propaganda LtdaR$ 3.60317,1%
  5. EscritórioR$ 130,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraná, 2022

Mediana da disputa: R$ 23,9 por voto. Quem venceu, Alexandre Curi, gastou R$ 6,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,7; o mais barato, R$ 6,43.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 199 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.