Rodrigo Brun
Rodrigo João Brun · nasceu em 1981
Rodrigo Brun se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior completo, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rodrigo Brun declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2020.
Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Rodrigo BrunR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 11 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma área de 8R$ 201,1 milTerra nua
- Uma area de 12R$ 172,4 milTerra nua
- Uma area de terra de 12ha no municipio de CruzaltenseR$ 158 milTerra nua
- Uma área de 12R$ 158 milTerra nua
- Uma casa para moradia na linha Souto NetoR$ 143,6 milCasa
- Um automovel Corola GLI 2017R$ 86,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma área de 6R$ 86,2 milTerra nua
- Uma área de 4R$ 86,2 milTerra nua
- Um terreno urbano no municipio de Ponte PretaR$ 86,2 milTerreno
- Uma motocicleta Honda 250 SportR$ 17,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valor em moeda corrente nacionalR$ 4.597Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Brun declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ponte Preta (RS) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ponte Preta (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 37,9 por voto. Quem venceu, Enio José Celi, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 259; o mais barato, R$ 10,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anderson Da Silva PLR$ 778 · 3 votosR$ 259
- Genessi Oldra PPR$ 778 · 4 votosR$ 195
- Rosa Gregio Ponsoni REPUBLICANOSR$ 778 · 6 votosR$ 130
- Rosmari Raspe PTR$ 815 · 7 votosR$ 116
- Silvana Cararo PTR$ 815 · 12 votosR$ 67,9
- Graciela Lazzarotto PLR$ 2,8 mil · 59 votosR$ 48
- Evoni Bonatti REPUBLICANOSR$ 872 · 23 votosR$ 37,9
- Carlos Nelcir Tomazelli PPR$ 1,2 mil · 39 votosR$ 31,9
- Rosane Jane PTR$ 815 · 26 votosR$ 31,4
- Carubla Zukowski PTR$ 900 · 62 votosR$ 14,5
- Enio José Celi REPUBLICANOSR$ 1,1 mil · 99 votosR$ 11,4
- Jarci Melatti PPR$ 778 · 75 votosR$ 10,4
Votos por real
- 2020, vereador: 110 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 141 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.