Rodrigo Hermann
Rodrigo de Almeida Hermann · nasceu em 1984
Rodrigo Hermann disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Bom Princípio (RS)), pelo MDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rodrigo Hermann declarou R$ 323,3 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Rodrigo HermannR$ 323,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Rodrigo Hermann declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, em reais de hoje, 2,6% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Bom Princípio (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.19874,7%
- PessoasR$ 97222,7%
- Fundo partidárioR$ 1132,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.63661,6%
- ServiçosR$ 97222,7%
- Material impressoR$ 67515,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Bom Princípio (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,4 por voto. Quem venceu, Luisinho Liell, gastou R$ 22 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dora MDBR$ 7,6 mil · 54 votosR$ 141
- Roque Stein PTBR$ 7,3 mil · 177 votosR$ 41,2
- Adenise Steffen CIDADANIAR$ 7,4 mil · 186 votosR$ 40
- Reges Junges PSDBR$ 13 mil · 406 votosR$ 32,7
- Fernando Schommer CIDADANIAR$ 8,1 mil · 247 votosR$ 32,6
- Daniel MDBR$ 12 mil · 398 votosR$ 30,4
- Vera Schuster MDBR$ 11 mil · 360 votosR$ 30
- Mateus Muller PSDBR$ 7,6 mil · 259 votosR$ 29,4
- Fabio Juwer MDBR$ 12 mil · 543 votosR$ 22,6
- Luisinho Liell MDBR$ 9,5 mil · 431 votosR$ 22
- Humberto Schneider MDBR$ 7,3 mil · 346 votosR$ 21
Votos por real
- 2016, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.