Apuração
Deputado estadual · 2026 · PDT

Rodrigo da Aposentadoria

Rodrigo Jorge Barros · nasceu em 1976

Rodrigo da Aposentadoria se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2026, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSB2012PSB2016CIDADANIA2020CIDADANIA2024PDT2026PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2024.

Passou por 3 partidos: PSB (2008–2012), CIDADANIA (2016–2020), PDT (2024–2026).

Dep. estadualVereadorPartidoPSBCIDADANIAPDT’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 50 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PDT 12120· centro-esquerda
    suplente8.919 votos; 170º mais votado de 1.135 no estado
  2. 2024
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito1.874 votos
  3. 2020
    CIDADANIA 23456· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  4. 2016
    CIDADANIA 23456· centro
    eleito1.946 votos
  5. 2012
    PSB 40135· centro-esquerda· na urna, Rodrigo Junto Com Você
    suplente
  6. 2008
    PSB 40615· centro-esquerda· na urna, Rodrigo
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Rodrigo da Aposentadoria teve 8.919 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 170º lugar entre 1.135 candidatos.

Recebeu votos em 74 cidades. Rio das Ostras deu 77,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.

8.919 votos
votos para deputado estadual em 2026
Cada quadrado é 1% de 8.919 votos.
  1. Rio das Ostras (RJ)6.884 votos77,2%
  2. Casimiro de Abreu (RJ)308 votos3,5%
  3. Rio de Janeiro (RJ)274 votos3,1%
  4. Cabo Frio (RJ)246 votos2,8%
  5. Macaé (RJ)202 votos2,3%
  6. Outras 59 cidades448 votos5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Rodrigo da Aposentadoria declarou R$ 43,8 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2026, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 43,8 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 20.000 na declaração)

Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.

Cada quadrado é 1% de R$ 43,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Rodrigo da Aposentadoria declarou ao TSE R$ 518 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para deputado estadual: R$ 398 mil, 92% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PDT · suplente

De onde veio

R$ 398,2 mil
92% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 398,2 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 200 mil50,2%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2026 Jose Vitor Vieira Bissonho Junior Deputado FederalR$ 166 mil41,7%
  3. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 31 mil7,8%
  4. Próprio bolsoR$ 1.1220,3%

Para onde foi

R$ 136,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 83% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 136,9 mil.
  1. Pessoal117 pessoas, não nomeadasR$ 113,3 mil82,7%
  2. Escritório1 pessoas, não nomeadasR$ 15 mil11%
  3. Material impressoR$ 4.6123,4%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 4.0002,9%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2026

Mediana da disputa: R$ 20,9 por voto. Quem venceu, Márcio Canella, gastou R$ 5,15 por voto. O voto mais caro custou R$ 5.885; o mais barato, R$ 5,15.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado estadual: 65 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2024, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.