Rodrigo Cosenza
Rodrigo Wrencher Cosenza · nasceu em 1979
Rodrigo Cosenza se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSOL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Rio de JaneiroPSOL 5021· esquerdasuplente565 votos; 695º mais votado de 1.046 no estado
- 2016Vice-prefeito · Teresópolis (RJ)PSOL 50· esquerdaNa chapa de Paulo Ramoschapa não eleita1.307 votos da chapa, 2,6%
- 2014Deputado estadual · Rio de JaneiroPSOL 50009· esquerdasuplente376 votos; 982º mais votado de 1.846 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Rodrigo Cosenza teve 565 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 695º lugar entre 1.046 candidatos.
Recebeu votos em 35 cidades. Teresópolis deu 56,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,2%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rodrigo Cosenza declarou R$ 1.724 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 226, já descontada a inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Cosenza declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 13 mil, 24% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Teresópolis (RJ) · PSOL · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 4.17971%
- VaquinhaR$ 1.70429%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.31242,8%
- PessoalR$ 1.52828,3%
- InternetR$ 58010,7%
- EscritórioR$ 5289,8%
- ServiçosR$ 3686,8%
- RepassesR$ 821,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Teresópolis (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 42,5 por voto. Quem venceu, Paulinho Nogueira, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 426; o mais barato, R$ 15,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Demerval Casemiro PATRIOTAR$ 86 mil · 201 votosR$ 426
- Julio Do Haras PSCR$ 44 mil · 170 votosR$ 261
- Dr Marcus Vinicius Marcão PPR$ 24 mil · 94 votosR$ 256
- Serginho Mauro Da Tv DCR$ 76 mil · 953 votosR$ 79,4
- Cacau Repórter DEMR$ 38 mil · 725 votosR$ 51,9
- Elias Maia DEMOCRATAR$ 28 mil · 620 votosR$ 44,9
- Marcia Valentim DEMOCRATAR$ 26 mil · 605 votosR$ 42,5
- Rangel PPR$ 42 mil · 1.054 votosR$ 40,3
- Dedê Reis REPUBLICANOSR$ 19 mil · 528 votosR$ 36,8
- Luciano Santos REPUBLICANOSR$ 23 mil · 972 votosR$ 23,3
- Leonardo Vasconcellos DCR$ 25 mil · 1.101 votosR$ 23,1
- Paulinho Nogueira PSCR$ 26 mil · 1.694 votosR$ 15,3
Votos por real
- 2020, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 62 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 258 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 253 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.