Apuração
Vereador · 2020 · PSOL

Rodrigo Cosenza

Rodrigo Wrencher Cosenza · nasceu em 1979

Rodrigo Cosenza se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,77← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSOL2014PSOL2016PSOL2018PSOL2020PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPSOL20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Teresópolis (RJ)
    PSOL 50100· esquerda
    não eleito
  2. 2018
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PSOL 5021· esquerda
    suplente565 votos; 695º mais votado de 1.046 no estado
  3. 2016
    Vice-prefeito · Teresópolis (RJ)
    PSOL 50· esquerda
    Na chapa de Paulo Ramos
    chapa não eleita1.307 votos da chapa, 2,6%
  4. 2014
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSOL 50009· esquerda
    suplente376 votos; 982º mais votado de 1.846 no estado
  5. 2012
    Prefeito · Teresópolis (RJ)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito253 votos, 0,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Rodrigo Cosenza teve 565 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 695º lugar entre 1.046 candidatos.

Recebeu votos em 35 cidades. Teresópolis deu 56,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,2%.

565 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 565 votos.
  1. Teresópolis (RJ)319 votos56,5%
  2. Rio de Janeiro (RJ)140 votos24,8%
  3. Niterói (RJ)16 votos2,8%
  4. São Gonçalo (RJ)11 votos1,9%
  5. Barra Mansa (RJ)10 votos1,8%
  6. Outras 20 cidades27 votos4,8%
As outras 1 eleições para deputado
376 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 376 votos.
  1. Teresópolis (RJ)190 votos50,5%
  2. Rio de Janeiro (RJ)138 votos36,7%
  3. Niterói (RJ)8 votos2,1%
  4. Três Rios (RJ)7 votos1,9%
  5. Volta Redonda (RJ)5 votos1,3%
  6. Outras 4 cidades4 votos1,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Rodrigo Cosenza declarou R$ 1.724 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 226, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1.724
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.200 na declaração)

Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.

Cada quadrado é 1% de R$ 1.724. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Cosenza declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 13 mil, 24% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Teresópolis (RJ) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 5.883
71% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.883.
  1. Fundo eleitoralR$ 4.17971%
  2. VaquinhaR$ 1.70429%

Para onde foi

R$ 5.399
O maior gasto foi com material impresso: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.399.
  1. Material impressoR$ 2.31242,8%
  2. PessoalR$ 1.52828,3%
  3. InternetR$ 58010,7%
  4. EscritórioR$ 5289,8%
  5. ServiçosR$ 3686,8%
  6. RepassesR$ 821,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Teresópolis (RJ), 2020

Mediana da disputa: R$ 42,5 por voto. Quem venceu, Paulinho Nogueira, gastou R$ 15,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 426; o mais barato, R$ 15,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 62 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 258 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 253 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.