Rodrigo Gomes
nasceu em 1983
Rodrigo Gomes se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MOBILIZA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, superior completo, vereador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Rodrigo Gomes declarou R$ 1.300 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 8.122, já descontada a inflação.
Declarou 4% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Rodrigo GomesR$ 1.300
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Gomes declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Simão Pereira (MG) · MOBILIZA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.61955,2%
- Outros candidatosR$ 1.31244,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.78160,8%
- TransporteR$ 62721,4%
- Material impressoR$ 52317,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Simão Pereira (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 76,4 por voto. Quem venceu, João Grandão, gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 465; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Patricia Do Cantinho Da Paty PSDBR$ 3,3 mil · 7 votosR$ 465
- Viviane Contadora PSDBR$ 3,6 mil · 8 votosR$ 456
- Paulo Roberto - Biqueto PTBR$ 3,3 mil · 12 votosR$ 271
- Sérgio Falcão PDTR$ 3,9 mil · 22 votosR$ 175
- Marcio De Cotegipe PTBR$ 13 mil · 106 votosR$ 125
- Maria Lucia MOBILIZAR$ 3,3 mil · 40 votosR$ 82,2
- Tania Do Kiel MOBILIZAR$ 6,2 mil · 81 votosR$ 76,4
- Luiz Frangão PSCR$ 3 mil · 53 votosR$ 56,8
- Joaquim Da Venda PSBR$ 5,5 mil · 125 votosR$ 44,2
- Nelson Lucio PSDBR$ 3,3 mil · 78 votosR$ 41,7
- Chiclete PSDBR$ 8,6 mil · 215 votosR$ 40
- João Grandão PTBR$ 3,4 mil · 131 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.