Rodrigo
Rodrigo de Souza Santos · nasceu em 1978
Rodrigo se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PSC.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 33 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Rodrigo declarou R$ 43,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- RodrigoR$ 43,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rodrigo declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Acajutiba (BA) · PSC · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- OutrosR$ 4.32178,4%
- Material impressoR$ 1.19121,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Acajutiba (BA), 2012
Mediana da disputa: R$ 59,3 por voto. Quem venceu, Ginaldo, gastou R$ 37,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 232; o mais barato, R$ 37,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ivanilda De Afonso PLR$ 13 mil · 55 votosR$ 232
- Professor Valdemir Felix PVR$ 11 mil · 58 votosR$ 183
- Ze Roberto Do Bloco Alaguados AVANTER$ 14 mil · 77 votosR$ 181
- Nubia De Nivaldo MDBR$ 21 mil · 173 votosR$ 120
- Ze De Ave PSCR$ 18 mil · 210 votosR$ 84,7
- Silvio Do Coco PTBR$ 12 mil · 184 votosR$ 66,7
- Rone Da Ambulancia PLR$ 10 mil · 174 votosR$ 59,3
- Flavio De Di AGIRR$ 11 mil · 217 votosR$ 52
- Beto Da Parabolica PSDR$ 11 mil · 215 votosR$ 51,4
- Zé De Leo AGIRR$ 10 mil · 238 votosR$ 43
- Zé De Dodô PRPR$ 12 mil · 330 votosR$ 37,4
- Ginaldo PSLR$ 13 mil · 357 votosR$ 37,2
Votos por real
- 2008, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.