Rodolfo Gonzaga
Rodolfo Gonzaga da Silva · nasceu em 1962
Rodolfo Gonzaga se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Minas GeraisPT 13579· centro-esquerdasuplente6.143 votos; 258º mais votado de 942 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Rodolfo Gonzaga teve 6.143 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 258º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 98 cidades. Congonhas deu 70,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rodolfo Gonzaga declarou R$ 31,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 116,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Rodolfo GonzagaR$ 31,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Rodolfo Gonzaga declarou ao TSE R$ 897 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 716 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Congonhas (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 1.55759,9%
- Próprio bolsoR$ 1.04340,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.46557%
- PessoalR$ 1.06141,3%
- EscritórioR$ 441,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Congonhas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 58,9 por voto. Quem venceu, Igor Souza Costa, gastou R$ 19,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 278; o mais barato, R$ 19,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pastora Vanusa MDBR$ 16 mil · 56 votosR$ 278
- Fatima Mapa PATRIOTAR$ 68 mil · 260 votosR$ 262
- Professora Marcia Lea MDBR$ 18 mil · 131 votosR$ 137
- Maria Aparecida Rosa Leite MDBR$ 20 mil · 185 votosR$ 108
- Ju Dos Bolos MDBR$ 18 mil · 186 votosR$ 96,6
- Thiago Xavier CIDADANIAR$ 31 mil · 365 votosR$ 86,1
- Koelhinho PSBR$ 30 mil · 510 votosR$ 58,9
- Feliciano Duarte Monteiro PTBR$ 25 mil · 568 votosR$ 43,8
- Robertinho Roby MDBR$ 19 mil · 590 votosR$ 33
- Galileu PODER$ 18 mil · 598 votosR$ 30,6
- Mercio PSDBR$ 19 mil · 627 votosR$ 30,5
- Igor Souza Costa PTBR$ 28 mil · 1.421 votosR$ 19,7
Votos por real
- 2020, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 8,9 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.