Rodolfo do Gás
Rodolfo Inacio Duque Neto · nasceu em 1962
Rodolfo do Gás se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSL (2012–2014), PC do B (2016), PHS (2018), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, até o fundamental, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisPHS 31021· centro-direitasuplente980 votos; 576º mais votado de 1.255 no estado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisPSL 17456· direitasuplente1.818 votos; 357º mais votado de 1.055 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Rodolfo do Gás teve 980 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 576º lugar entre 1.255 candidatos.
Recebeu votos em 22 cidades. Juiz de Fora deu 93,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Rodolfo do Gás declarou R$ 14,5 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 22% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.
- Rodolfo do GásR$ 14,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rodolfo do Gás declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Juiz de Fora (MG) · PC do B · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 96076,3%
- ServiçosR$ 29823,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Juiz de Fora (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 32,1 por voto. Quem venceu, Ana Do Padre Frederico, gastou R$ 7,78 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 7,78.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Elson AGIRR$ 110 mil · 972 votosR$ 113
- Rodrigo Mattos PSDBR$ 288 mil · 4.401 votosR$ 65,4
- Kennedy MDBR$ 221 mil · 3.441 votosR$ 64,2
- Marlon Siqueira MDBR$ 339 mil · 5.792 votosR$ 58,5
- Valeska Aragão PSCR$ 75 mil · 2.136 votosR$ 35
- Charlles Evangelista PPR$ 90 mil · 2.625 votosR$ 34,2
- Dr. José Laerte PSDBR$ 100 mil · 3.098 votosR$ 32,1
- Joao Do Joaninho DEMR$ 121 mil · 4.172 votosR$ 29,1
- Ze Marcio (Garotinho) PVR$ 71 mil · 3.430 votosR$ 20,6
- Pardal AGIRR$ 76 mil · 4.387 votosR$ 17,4
- Delegada Sheila AGIRR$ 119 mil · 9.921 votosR$ 12
- Ana Do Padre Frederico MDBR$ 57 mil · 7.300 votosR$ 7,78
Votos por real
- 2016, vereador: 667 votos por R$ 1.000, 8,9 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 1.818 votos por R$ 1.000, 42 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 358 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.