Apuração
Vereador · 2024 · UNIÃO

Rodela

Jose Hilton de Barros · nasceu em 1987

Rodela disputou uma eleição, em 2024, para vereador (Nipoã (SP)), pelo UNIÃO: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoUNIÃO+0,70← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoUNIÃO2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 37 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Nipoã (SP)
    UNIÃO 44789· direita
    suplente102 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Rodela declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.

2024 · Vereador · Nipoã (SP) · UNIÃO · suplente

De onde veio

R$ 1.730
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Nipoã (SP), 2024

Mediana da disputa: R$ 9,33 por voto. Quem venceu, Aline Temon, gastou R$ 3,13 por voto. O voto mais caro custou R$ 54,7; o mais barato, R$ 3,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.