Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Robinho Campo

Robson Rodolfo Campos · nasceu em 1984

Robinho Campo disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Marmelópolis (MG)), pelo REPUBLICANOS: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,61← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoREPUBLICANOS2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 35 anos, até o fundamental, guia de turismo, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Marmelópolis (MG)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    suplente83 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Robinho Campo declarou ao TSE R$ 655 em receitas, em reais de hoje, 78% de dinheiro público.

2020 · Vereador · Marmelópolis (MG) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 655
78% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Marmelópolis (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 9,64 por voto. Quem venceu, Tito, gastou R$ 4,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 190; o mais barato, R$ 4,01.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.