Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSOL

Roberto Teixeira

Roberto Carlos Teixeira Gomes · nasceu em 1968

Roberto Teixeira se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PT2014PSD2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PT (2010), PSD (2014), PSOL (2018).

Dep. federalDep. estadualPartidoPTPSDPSOL20102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 50 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Alagoas
    PSOL 50123· esquerda
    não eleito1.454 votos; 72º mais votado de 281 no estado
  2. 2014
    Deputado federal · Alagoas
    PSD 5500· direita
    suplente1.685 votos; 50º mais votado de 100 no estado
  3. 2010
    Deputado estadual · Alagoas
    PT 13222· centro-esquerda
    suplente894 votos; 110º mais votado de 264 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Roberto Teixeira teve 1.454 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 72º lugar entre 281 candidatos.

Recebeu votos em 72 cidades. Maceió deu 60,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,4%.

1.454 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.454 votos.
  1. Maceió (AL)876 votos60,2%
  2. Rio Largo (AL)58 votos4%
  3. Tanque D'arca (AL)40 votos2,8%
  4. Taquarana (AL)39 votos2,7%
  5. Arapiraca (AL)39 votos2,7%
  6. Outras 57 cidades227 votos15,6%
As outras 2 eleições para deputado
1.685 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.685 votos.
  1. Maceió (AL)849 votos50,4%
  2. Girau do Ponciano (AL)76 votos4,5%
  3. Tanque D'arca (AL)60 votos3,6%
  4. Rio Largo (AL)58 votos3,4%
  5. Satuba (AL)49 votos2,9%
  6. Outras 61 cidades320 votos19%
894 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 894 votos.
  1. Maceió (AL)660 votos73,8%
  2. Tanque D'arca (AL)46 votos5,1%
  3. Arapiraca (AL)25 votos2,8%
  4. Taquarana (AL)18 votos2%
  5. Marechal Deodoro (AL)13 votos1,5%
  6. Outras 36 cidades74 votos8,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Roberto Teixeira declarou R$ 586 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2018, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 586 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 237.000 na declaração)

Mais da metade (51%) dos candidatos a deputado estadual em Alagoas não declarou nenhum bem em 2010.

Cada quadrado é 1% de R$ 586 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Roberto Teixeira declarou ao TSE R$ 99 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 71 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Alagoas · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 15 mil
60% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Paulo Fernando Dos Santos Deputado FederalR$ 7.54050,3%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 6.03240,3%
  3. Fundo eleitoralR$ 7064,7%
  4. Fundo partidárioR$ 7064,7%

Para onde foi

R$ 13,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,5 mil.
  1. Material impressoTudo de Sandra Xavier PaivaR$ 11,3 mil83,8%
  2. InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 2.14715,9%
  3. EscritórioR$ 390,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Alagoas, 2018

Mediana da disputa: R$ 16,4 por voto. Quem venceu, Ricardo Nezinho, gastou R$ 7,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.756; o mais barato, R$ 7,86.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 108 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 131 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 13 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.