Roberto Sekiya
Roberto Kazushi Sekiya · nasceu em 1968
Roberto Sekiya se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, superior completo, agrônomo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Mirandópolis (SP)PDT 15· centro-esquerdaNa chapa de Marcao Iarossichapa não eleita2.986 votos da chapa, 35,2%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roberto Sekiya declarou R$ 145,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 10,9 mil, já descontada a inflação.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Um terreno contendo uma casa residencial situado a rua…R$ 48,7 milTerreno
- Um veiculo astra sedan ano fab/mod 2002R$ 45,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caderneta de poupança no banco do brasil S/AR$ 23,2 milCaderneta de poupança
- Caderneta de poupança banco do brasil S/AR$ 16 milCaderneta de poupança
- Capital da firma roberto hazushi sekiya em mirandopolisR$ 8.123Quotas ou quinhões de capital
- Saldo em conta corrente no banco santander S/AR$ 3.311Conta corrente no país
- Saldo em conta conrrente banco do brasil S/AR$ 650Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Sekiya declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Mirandópolis (SP) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.16643,2%
- Próprio bolsoR$ 1.84136,7%
- Outros candidatosTudo de Francisco Antonio Passareli MomessoR$ 61712,3%
- EmpresasR$ 3907,8%
Para onde foi
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 2.16643,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Mirandópolis (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 68,8 por voto. Quem venceu, Nivaldo Ribeiro, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 227; o mais barato, R$ 11,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Prof. Claudinho PTR$ 17 mil · 75 votosR$ 227
- Marquinhos Skala MDBR$ 18 mil · 124 votosR$ 144
- Eduardo Rufo PSDBR$ 27 mil · 270 votosR$ 100
- Manzotti MDBR$ 55 mil · 549 votosR$ 99,5
- Carlos Sanches MDBR$ 40 mil · 431 votosR$ 93,4
- Milton Raimundo PSDBR$ 41 mil · 450 votosR$ 90,2
- Beto Do Pv PVR$ 24 mil · 350 votosR$ 68,8
- Luciano Bersani PTBR$ 36 mil · 622 votosR$ 57,6
- Marcão PPR$ 34 mil · 711 votosR$ 47,5
- Akemi Ikejiri MDBR$ 24 mil · 675 votosR$ 35,8
- Paraíba PPR$ 14 mil · 415 votosR$ 33,2
- Nivaldo Ribeiro PDTR$ 12 mil · 1.037 votosR$ 11,9
Votos por real
- 2012, vereador: 130 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.