Roberto Prudencio
Roberto Pedro Prudencio Neto · nasceu em 1981
Roberto Prudencio se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PDT (2008), PSD (2012–2018), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Santa CatarinaPSD 55222· direita· na urna, Roberto Prudênciocandidatura não chegou à urna
- 2016Vice-prefeito · Brusque (SC)PSD 90· direita· na urna, PrudencioNa chapa de Jadirchapa não eleita2.436 votos da chapa, 3,9%
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Roberto Prudencio declarou R$ 38,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 101,9 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 17% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Santa Catarina em 2018.
- Roberto PrudencioR$ 38,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 228,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 38 milQuotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 134Conta corrente no país
- #Nulo#R$ 67Conta corrente no país
- #Nulo#R$ 37Conta corrente no país
- #Nulo#R$ 6Conta corrente no país
- #Nulo#R$ 2Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Roberto Prudencio declarou ao TSE R$ 80 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 57 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Brusque (SC) · PSC · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 12,9 mil98%
- Outros candidatosR$ 2602%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Brusque (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 34,6 por voto. Quem venceu, Nik Imhof, gastou R$ 7,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 188; o mais barato, R$ 7,40.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Helena Gross REPUBLICANOSR$ 31 mil · 165 votosR$ 188
- Narciso REPUBLICANOSR$ 31 mil · 210 votosR$ 150
- Fernando Castro MDBR$ 22 mil · 156 votosR$ 139
- Professora Anelede PPR$ 14 mil · 121 votosR$ 112
- Manico MDBR$ 24 mil · 428 votosR$ 56,7
- Cedenir PTR$ 16 mil · 416 votosR$ 37,8
- Seu Bento Sgrott MDBR$ 29 mil · 830 votosR$ 34,6
- Rodrigo Voltolini DCR$ 15 mil · 563 votosR$ 27,5
- Natal Carlos Lira DCR$ 22 mil · 949 votosR$ 23,4
- Andre Vechi DCR$ 22 mil · 1.188 votosR$ 18,1
- Jocimar Santos DCR$ 18 mil · 1.099 votosR$ 16
- Nik Imhof MDBR$ 14 mil · 1.948 votosR$ 7,40
Votos por real
- 2020, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 171 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.