Roberto Pereira da Silva
nasceu em 1949
Roberto Pereira da Silva se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 63 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Roberto Pereira da Silva declarou R$ 82,5 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2012.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Roberto Pereira da SilvaR$ 82,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Pereira da Silva declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,1 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Jaguarão (RS) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.36760,9%
- Outros candidatosR$ 2.16030,1%
- Próprio bolsoR$ 6509,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jaguarão (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 90,1 por voto. Quem venceu, Oberte Paiva, gastou R$ 24,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 595; o mais barato, R$ 24,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tibério MDBR$ 21 mil · 36 votosR$ 595
- Antonio Carlos Marques PPR$ 105 mil · 594 votosR$ 177
- Karin Garbelotto MDBR$ 14 mil · 79 votosR$ 171
- Eliara PPR$ 16 mil · 103 votosR$ 156
- João G Oliveira PSDBR$ 13 mil · 82 votosR$ 155
- Atila Ribas PSBR$ 22 mil · 247 votosR$ 90,3
- Rogério Cruz MDBR$ 29 mil · 326 votosR$ 90,1
- Dj Jipp PSDBR$ 15 mil · 258 votosR$ 59,7
- Ariom Moreno PTR$ 27 mil · 461 votosR$ 57,7
- Pradelino MDBR$ 21 mil · 473 votosR$ 45,1
- Dr. Favio Telis MDBR$ 28 mil · 689 votosR$ 40,7
- Oberte Paiva PTR$ 15 mil · 612 votosR$ 24,1
Votos por real
- 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.