Apuração
Deputado estadual · 2014 · PATRIOTA

Roberto Peixoto

Roberto Pereira Peixoto · nasceu em 1951

Roberto Peixoto se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPATRIOTA+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2004PSDB2008MDB2014PATRIOTA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2014 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.

Passou por 3 partidos: PSDB (2002–2004), MDB (2008), PATRIOTA (2014).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPSDBMDBPATRIOTA2002200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2014: 63 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · São Paulo
    PATRIOTA 51551· direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 1862º mais votado de 1.878 no estado
  2. 2008
    Prefeito · Taubaté (SP)
    MDB 15· centro· na urna, Roberto Peixoto
    eleito50.710 votos, 33,5%
  3. 2004
    Prefeito · Taubaté (SP)
    PSDB 45· centro-direita
    eleito67.708 votos, 49,4%
  4. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PSDB 45345· centro-direita
    suplente34.540 votos; 148º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Roberto Peixoto teve 0 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1862º lugar entre 1.878 candidatos.

Recebeu votos em 0 cidades..

0 votos
votos para deputado estadual em 2014
As outras 1 eleições para deputado
34.540 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 34.540 votos.
  1. Taubaté (SP)30.585 votos88,5%
  2. Tremembé (SP)824 votos2,4%
  3. São Luís do Paraitinga (SP)601 votos1,7%
  4. São Paulo (SP)376 votos1,1%
  5. Redenção da Serra (SP)287 votos0,8%
  6. Outras 112 cidades485 votos1,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Roberto Peixoto declarou R$ 867,8 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2014.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 867,8 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 447.534 na declaração)

Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2014.

  • Roberto PeixotoR$ 867,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 106,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 867,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Sítio localizado no bairro do paiol na cidade de são bento…R$ 484,8 mil
    Terreno rural
  2. Casa na rua do caféR$ 157,5 mil
    Casa
  3. Citroen C3 picassoR$ 124,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Ford ranger xl 13DR$ 87,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Fundo de investimento no banco hsbcR$ 5.866
    Fundo de Curto Prazo
  6. Investimento VGBLR$ 4.827
    Previdência VGBL
  7. Caderneta de poupançaR$ 3.522
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Roberto Peixoto declarou ao TSE R$ 1,4 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 720 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · São Paulo · PATRIOTA · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 47,6 mil
93% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 47,6 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Ecologico Nacional PenR$ 44,2 mil92,7%
  2. Próprio bolsoR$ 3.4567,3%

Para onde foi

R$ 47,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 47,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal25 pessoas, não nomeadasR$ 33,7 mil70,9%
  2. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 5.76012,1%
  3. TransporteR$ 1.5743,3%
  4. EscritórioR$ 9472%
  5. EventosR$ 2210,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2014

Mediana da disputa: R$ 45,6 por voto. Quem venceu, Fernando Capez, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 193; o mais barato, R$ 11,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 70 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 113 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 463 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.