Roberto Nobre
Roberto Carlos Nobre · nasceu em 1968
Roberto Nobre se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSC.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 44 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Roberto Nobre declarou R$ 47,2 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Amazonas em 2008.
- Roberto NobreR$ 47,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,7 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Nobre declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 870.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Benjamin Constant (AM) · PSC · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Benjamin Constant (AM), 2012
Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Erasmo Binda, gastou R$ 9,75 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,3; o mais barato, R$ 9,75.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tiao CIDADANIAR$ 5,5 mil · 89 votosR$ 61,3
- Walmir Lima PSBR$ 11 mil · 269 votosR$ 40,5
- Floriano Graça PPR$ 7,5 mil · 208 votosR$ 36,1
- Junior Paiva PDTR$ 9,2 mil · 260 votosR$ 35,5
- Piola PC do BR$ 8,6 mil · 266 votosR$ 32,3
- Davi Filho PODER$ 9,2 mil · 309 votosR$ 29,6
- Ludberg PLR$ 7,5 mil · 300 votosR$ 25,1
- Kelly PSBR$ 10 mil · 425 votosR$ 23,9
- Lucas Felix PC do BR$ 9,7 mil · 451 votosR$ 21,6
- Maria Nogueira PVR$ 10 mil · 614 votosR$ 16,5
- Elvis Graça PODER$ 5,7 mil · 362 votosR$ 15,7
- Erasmo Binda PLR$ 5,2 mil · 533 votosR$ 9,75
Votos por real
- 2012, vereador: 231 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.