Roberto Melo
Roberto de Melo Costa · nasceu em 1971
Roberto Melo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PV (2004–2008), DC (2012), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roberto Melo declarou R$ 357,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 342,6 mil acima da inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Roberto Melo declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Brejo da Madre de Deus (PE) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 3.23854,1%
- PessoalR$ 1.61927%
- Material impressoR$ 81013,5%
- TransporteR$ 3245,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Brejo da Madre de Deus (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,9 por voto. Quem venceu, Laelson Do Sindicato, gastou R$ 18 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,7; o mais barato, R$ 18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Moça PSBR$ 36 mil · 661 votosR$ 53,7
- Professor Valter PTBR$ 27 mil · 515 votosR$ 52
- Flavio Diniz PC do BR$ 24 mil · 657 votosR$ 36,1
- Professor Marconi AGIRR$ 27 mil · 771 votosR$ 35,5
- Junior De Miguelão PC do BR$ 24 mil · 713 votosR$ 33,9
- Robertinho PSBR$ 34 mil · 1.093 votosR$ 30,9
- Damião Aguiar PTBR$ 25 mil · 844 votosR$ 29,2
- Val Lima AGIRR$ 25 mil · 937 votosR$ 26,4
- Bolão PPR$ 34 mil · 1.475 votosR$ 23,1
- Mané Bento PC do BR$ 25 mil · 1.351 votosR$ 18,4
- Laelson Do Sindicato PTR$ 21 mil · 1.187 votosR$ 18
Votos por real
- 2016, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.