Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSOL

Roberto Marcos

Roberto Marcos de Jesus · nasceu em 1960

Roberto Marcos se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,70← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2016PSOL2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2002), PSOL (2016–2018).

Dep. estadualPrefeitoPartidoPDTPSOL’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2018: 58 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PSOL 50654· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2016
    PSOL 50· esquerda
    não eleito545 votos, 0,8%
  3. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PDT 12888· centro-esquerda
    suplente2.036 votos; 336º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Roberto Marcos teve 2.036 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 336º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 46 cidades. Teófilo Otoni deu 92,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,0%.

2.036 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 2.036 votos.
  1. Teófilo Otoni (MG)1.892 votos92,9%
  2. Belo Horizonte (MG)20 votos1%
  3. Frei Gaspar (MG)13 votos0,6%
  4. Uberaba (MG)11 votos0,5%
  5. Catuji (MG)7 votos0,3%
  6. Outras 31 cidades40 votos2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Roberto Marcos declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2018 · Deputado estadual · Minas Gerais · PSOL · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 1.508
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 6.786
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

As contas de 2018 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Noraldino Junior, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.