Apuração
Prefeito · 2016 · PT

Roberto Lunelli

nasceu em 1967

Roberto Lunelli se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT2006PT2008PT2012PT2014PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008.

Sempre pelo PT.

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoPartidoPT20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PT 13· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2014
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PT 13913· centro-esquerda· na urna, Lunelli
    suplente10.643 votos; 149º mais votado de 670 no estado
  3. 2012
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito29.012 votos, 44,2%
  4. 2008
    PT 13· centro-esquerda· na urna, Professor Lunelli
    eleito38.148 votos, 62,5%
  5. 2006
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PT 13555· centro-esquerda· na urna, Professor Lunelli
    suplente8.780 votos; 177º mais votado de 486 no estado
  6. 2004
    Vice-prefeito · Bento Gonçalves (RS)
    PT 12· centro-esquerda
    chapa não eleita22.073 votos da chapa, 36,6%
  7. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PT 13699· centro-esquerda· na urna, Professor Roberto Lunelli
    suplente12.328 votos; 139º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Roberto Lunelli teve 10.643 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 149º lugar entre 670 candidatos.

Recebeu votos em 143 cidades. Bento Gonçalves deu 86,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,1%.

10.643 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 10.643 votos.
  1. Bento Gonçalves (RS)9.254 votos86,9%
  2. Caxias do Sul (RS)291 votos2,7%
  3. Pinto Bandeira (RS)141 votos1,3%
  4. Porto Alegre (RS)74 votos0,7%
  5. Carlos Barbosa (RS)71 votos0,7%
  6. Outras 128 cidades412 votos3,9%
As outras 2 eleições para deputado
8.780 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 8.780 votos.
  1. Bento Gonçalves (RS)5.745 votos65,4%
  2. Caxias do Sul (RS)738 votos8,4%
  3. Veranópolis (RS)298 votos3,4%
  4. Vacaria (RS)149 votos1,7%
  5. Garibaldi (RS)128 votos1,5%
  6. Outras 199 cidades916 votos10,4%
12.328 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 12.328 votos.
  1. Bento Gonçalves (RS)9.262 votos75,1%
  2. Veranópolis (RS)453 votos3,7%
  3. Garibaldi (RS)195 votos1,6%
  4. Cotiporã (RS)190 votos1,5%
  5. Caxias do Sul (RS)176 votos1,4%
  6. Outras 183 cidades989 votos8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Roberto Lunelli declarou R$ 325,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 17,3 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 325,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.535 na declaração)

Declarou 61% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Roberto LunelliR$ 325,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 325,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Casa de alvenaria em são valentim em conjunto com irmaci s…R$ 162,5 mil
    Casa
  2. Aplicação renda fixa banrisulR$ 127,7 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  3. Dinheiro em especieR$ 14,6 mil
    Dinheiro em espécie
  4. Caixa economica federalR$ 13,9 mil
    Caderneta de poupança
  5. Poupança banrisulR$ 7.121
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Roberto Lunelli declarou ao TSE R$ 571 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 324 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Bento Gonçalves (RS) · PT · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 243
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 243
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeito, Bento Gonçalves (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 10,9 por voto. Quem venceu, Guilherme Pasin, gastou R$ 4,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 20,1; o mais barato, R$ 4,83.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 261 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 90 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 271 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 287 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.