Roberto Mineiro
Roberto Leite · nasceu em 1953
Roberto Mineiro se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roberto Mineiro declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 56 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.
Declarou 56 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Roberto MineiroR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 01 Casa em patrocinio paulista na rua cel. antonio jacintoR$ 487,4 milCasa
- 01 Casa em patrocinio paulista na rua sargento tomazR$ 243,7 milCasa
- 01 Prédio residencial em patrocinio paulista no jd. gloriaR$ 243,7 milPrédio comercial
- 01 Rancho em cassia/mg na praia belaR$ 162,5 milTerreno
- 01 Veiculo GM/S-10 ano 2011R$ 97,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Veiculo fiat/ideia ano 2009R$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Roberto Mineiro declarou ao TSE R$ 6,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 3,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Patrocínio Paulista (SP) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 64845,3%
- Próprio bolsoR$ 51235,8%
- Fundo partidárioR$ 1419,9%
- Outros candidatosR$ 1309,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.15659,6%
- Material impressoR$ 78040,3%
- OutrosR$ 20,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Patrocínio Paulista (SP), 2016
Roberto Mineiro: R$ 22,3 por voto (mediana da disputa, R$ 22,3). Quem venceu, Sueli Berteli, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,5; o mais barato, R$ 8,42.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Mineiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Careca PTR$ 3,7 mil · 42 votosR$ 87,5
- José Milton PSDBR$ 14 mil · 177 votosR$ 80,3
- Wanderley REPUBLICANOSR$ 1,5 mil · 47 votosR$ 31,6
- Ronaldinho REPUBLICANOSR$ 3,3 mil · 119 votosR$ 28
- Renatinho CIDADANIAR$ 1,5 mil · 52 votosR$ 27,9
- Marlene Enfermeira MDBR$ 3,1 mil · 123 votosR$ 25,2
- Roberto Mineiro CIDADANIAR$ 1,9 mil · 87 votosR$ 22,3
- Iva Nascimento MDBR$ 1,5 mil · 67 votosR$ 22,2
- Joao Barbudo PTBR$ 1,5 mil · 70 votosR$ 21,2
- Marcão Da Mr MDBR$ 3,9 mil · 249 votosR$ 15,7
- Sueli Berteli PPR$ 2,2 mil · 176 votosR$ 12,6
- Carlito Funchal PSDBR$ 1,7 mil · 207 votosR$ 8,42
Votos por real
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 128 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.