Apuração
Deputado federal · 2006 · PTB

Roberto Kupski

nasceu em 1956

Roberto Kupski se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2006PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PTB.

Dep. federalPartidoPTB200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 49 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PTB 1425· centro-direita
    suplente6.915 votos; 111º mais votado de 279 no estado
  2. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PTB 1425· centro-direita
    suplente5.848 votos; 108º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Roberto Kupski teve 6.915 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 111º lugar entre 279 candidatos.

Recebeu votos em 220 cidades. Porto Alegre deu 34,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,0%.

6.915 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 6.915 votos.
  1. Porto Alegre (RS)2.390 votos34,6%
  2. Alvorada (RS)810 votos11,7%
  3. Cidreira (RS)395 votos5,7%
  4. Novo Hamburgo (RS)316 votos4,6%
  5. Canoas (RS)227 votos3,3%
  6. Outras 205 cidades1.661 votos24%
As outras 1 eleições para deputado
5.848 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 5.848 votos.
  1. Porto Alegre (RS)2.300 votos39,3%
  2. Pelotas (RS)476 votos8,1%
  3. Canoas (RS)250 votos4,3%
  4. Rio Grande (RS)229 votos3,9%
  5. Gravataí (RS)146 votos2,5%
  6. Outras 180 cidades1.631 votos27,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Roberto Kupski declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 352.279 na declaração)

Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2006.

  • Roberto KupskiR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 301,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 11 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Pajero ano 2003R$ 192,4 mil
    Outros
  2. Apto em porto alegreR$ 186,1 mil
    Imóveis
  3. Honda fitR$ 143,1 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. 1/6 De uma casa em porto alegreR$ 120,4 mil
    Imóveis
  5. 1/6 De uma casa em porto alegreR$ 119,3 mil
    Imóveis
  6. Apto em porto alegreR$ 119,3 mil
    Imóveis
  7. Casa em cidreiraR$ 108,6 mil
    Imóveis
  8. Conta corrente banrisulR$ 24,5 mil
    Dinheiro e aplicações
  9. Gol 1.8 ano 1991R$ 20,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  10. Ações da crtR$ 14,5 mil
    Dinheiro e aplicações
  11. Aplicações no banco do brasilR$ 1.455
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Roberto Kupski declarou ao TSE R$ 392 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 220 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PTB · suplente

De onde veio

R$ 220,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 129 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 220,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas129 pessoas, não nomeadasR$ 99,5 mil45,2%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Ptb-RsR$ 53,1 mil24,1%
  3. Próprio bolsoR$ 39,9 mil18,1%
  4. Outros candidatosR$ 2370,1%

Para onde foi

R$ 220,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 220,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 5.4932,5%
  2. EventosR$ 1.7350,8%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2006

Mediana da disputa: R$ 13 por voto. Quem venceu, Manuela, gastou R$ 3,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,2; o mais barato, R$ 3,92.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 31 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 34 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.