Roberto Ghignatti
José Roberto da Silva Ghignatti · nasceu em 1964
Roberto Ghignatti se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), PSDB (2006), PHS (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 54 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · Minas GeraisPHS 31774· centro-direitasuplente181 votos; 1032º mais votado de 1.255 no estado
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Roberto Ghignatti teve 181 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1032º lugar entre 1.255 candidatos.
Recebeu votos em 24 cidades. Conceição dos Ouros deu 50,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Roberto Ghignatti declarou R$ 331,8 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.
- Roberto GhignattiR$ 331,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.